quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Chegou, chegou.

Nossa... acreditem! as fotos do casamento do nosso são joão do sabugo só foram repassadas para a equipe do blog no último domingo e... já estão disponíveis no link da equipe de teatro.

Quem sou eu Giginha?

Muito bem Giginha, esse dai como você mesma bem sabe, não é Araken. Parabéns! agora sim...
é nosso amigo Dailton. No próximo domingo no gurpão 24, receberas o tão sonhado super prêmio.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

COMUNICADO

Caros amigos e leitores:

Desculpem-nos falha. Durante estes dias, em virtude de problemas técnicos alheios a nossa vontade, o nosso blog ficou desatualizado, o que acarretou muitas reclamações e questionamentos do porquê daquela situação

O mais importante é que nosso setor técnico (Júnior e Fabiano) já sanou o problema e voltamos com todas as coberturas, notícias, publicações, artigos e crônicas que tanto nos motiva nestes últimos meses.

Aproveitamos o ensejo para informar que não vai demorar muito para que o nosso site já estava no ar com um novo layout, com mais recursos. O nosso corpo técnico trabalha exaustivamente para alcançar esta meta ainda esta semana ou início da próxima.

Continuem nos presenteando com sua visita, leitura e comentário diário (críticas e sugestões). É o Grupo Luz do Mundo evangelizando pela internet !

QUEM SOU EU?

Acertadores das últimas promoções, comunicamos que os prêmios eram para serem entregues no último domingo, no entanto, por causa do adiantar da hora no grupão, adiamos a entrega para o próximo grupão do dia 24/08/2008.

Enquanto isso...quem sou tão folgado?. Como sempre uma dica: Ele(a) mora no Conjunto Panatis e faz parte do GLM.

P.S - Tornamos a foto preto e branca para tentar dificultar um pouco mais, pois está muito fácil. Boa sorte a todos !

EVANGELHO DO DIA

Ano A - Dia: 07/08/2008



A afirmação de Pedro

Mt 16,13-23

Jesus foi para a região que fica perto da cidade de Cesaréia de Filipe. Ali perguntou aos discípulos:
- Quem o povo diz que o Filho do Homem é?
Eles responderam:
- Alguns dizem que o senhor é João Batista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum outro profeta.
- E vocês? Quem vocês dizem que eu sou? - perguntou Jesus.
Simão Pedro respondeu:
- O senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo.
Jesus afirmou:
- Simão, filho de João, você é feliz porque esta verdade não foi revelada a você por nenhum ser humano, mas veio diretamente do meu Pai, que está no céu. Portanto, eu lhe digo: você é Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e nem a morte poderá vencê-la. Eu lhe darei as chaves do Reino do Céu; o que você proibir na terra será proibido no céu, e o que permitir na terra será permitido no céu.
Então Jesus ordenou que os discípulos não contassem a ninguém que ele era o Messias.
Daí em diante, Jesus começou a dizer claramente aos discípulos:
- Eu preciso ir para Jerusalém, e ali os líderes judeus, os chefes dos sacerdotes e os mestres da Lei farão com que eu sofra muito. Eu serei morto e, no terceiro dia, serei ressuscitado.
Então Pedro o levou para um lado e começou a repreendê-lo, dizendo:
- Que Deus não permita! Isso nunca vai acontecer com o senhor!
Jesus virou-se e disse a Pedro:
- Saia da minha frente, Satanás! Você é como uma pedra no meu caminho para fazer com que eu tropece, pois está pensando como um ser humano pensa e não como Deus pensa.

Comentário do Evangelho

Jesus fala da sua morte

Na primeira parte desta narrativa, Pedro externa sua compreensão de que Jesus é o "Cristo", e é exaltado: a "compreensão" de Pedro vem do Pai do céu, Pedro é "a pedra" sobre a qual a igreja é construída, e as "forças do inferno" não a vencerão. Na segunda parte, Pedro rejeita a ida de Jesus para Jerusalém, e é censurado: é "satanás", é "pedra de tropeço", e "não compreende as coisas de Deus".
No evangelho de Marcos, Pedro é repreendido por Jesus ao considerá-lo o cristo messiânico davídico. Este elogio de Pedro, em Mateus, parece ser uma redação tardia já no período do cristianismo institucionalizado e hierárquico.

VIVER BEM !

Não se espante se o médico lhe prescrever um filme, além do remédio

Tatiana Pronin
Editora do UOL Ciência e Saúde

Enfrentar uma doença é, na melhor das hipóteses, desagradável. Aprender sobre ela também não é muito empolgante, a não ser que você seja um profissional de saúde com bastante vocação.

A tarefa fica mais fácil quando a lição envolve cenário, maquiagem, trilha sonora, luzes e movimentos de câmera. Talvez por isso seja tão comum médicos e psicoterapeutas indicarem filmes para seus pacientes. Afinal, não é difícil ter pelo menos uma idéia do que é a esquizofrenia depois de assistir ao drama de John Nash, o matemático interpretado por Russell Crowe em "Uma Mente Brilhante". Ou do que é o TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo), que aflige o personagem de Jack Nicholson em "Melhor é Impossível". E, até para os médicos, os filmes podem ser ferramentas para reflexões sobre ética e valores.


FILMES QUE OS MÉDICOS INDICAM

Divulgação
Jack Nicholson, em "Melhor é Impossível", que conta de forma bem-humorada como são as manias de quem é vítima do Transtorno Obsessivo-Compulsivo













Difundir conhecimento sobre aspectos ligados a saúde e emoções por meio do cinema foi o objetivo de um projeto criado pelo Centro de Estudo e Pesquisas do Hospital Samaritano, em São Paulo, em 2001. Desde então, uma vez por mês, a equipe coordenada pela psiquiatra June Melles Megre escolhe um filme para ser exibido à comunidade, seguido de um debate. Segundo a médica, é uma forma de estimular a reflexão sobre as patologias e o autoconhecimento. "Poderia ser outra forma de arte, mas achamos que o cinema é mais acessível."

Em uma etapa, o hospital exibiu filmes sobre temas ligados a psiquiatria, como o próprio filme sobre Nash, além de "Garota Interrompida" (sobre transtorno de personalidade 'borderline', ou limítrofe) e "O Lenhador" (sobre pedofilia), entre outros. Nos debates sobre sexualidade, um dos escolhidos foi "A Bela da Tarde". E, quando o assunto foi morte, "A Balada de Narayama"

O que importa, diz ela, não é a qualidade do longa-metragem, mas o quanto é possível extrair sobre determinada condição. É o caso de "Refém do Silêncio", estrelado por Michael Douglas, que, apesar dos clichês, é um dos poucos que trata bem a questão do estresse pós-traumático, na opinião da médica.

O filme que teve maior audiência no hospital, aliás, também está longe de ser uma obra-prima: você se lembra de "Encaixotando Helena", em que o médico interpretado por Julian Sands amputa as pernas e os braços de sua amada para cultuá-la? "O ciúme doentio leva a pessoa a tolher a outra; isso acontece na vida real", justifica a médica.

Megre diz que também indica filmes para seus pacientes de consultório. Por exemplo, quando se trata de alguém que está tentando largar a bebida, uma opção pode ser "O Show Deve Continuar", ("All That Jazz", em inglês). O musical, que também foi exibido nos debates sobre a morte do Samaritano, descreve as fases que em geral as pessoas experimentam ao lidar com algum tipo de perda: negação, raiva, negociação, depressão e aceitação.

Claro que o cinema não tem, necessariamente, compromisso com a verdade, o que envolve riscos quando a idéia é explicar uma patologia para pacientes e familiares. É por isso que os especialistas são unânimes: a conversa depois do filme é imprescindível, para que se separe o joio do trigo, o "colorido" das telas dos fatos reais.

Se não houver orientação, a sugestão pode até atrapalhar, em vez de ajudar. Uma garota com anorexia que assista ao mexicano "Maus Hábitos", atualmente em cartaz, pode encarar a mensagem da personagem doente (uma mulher obcecada por dietas) como um incentivo à recusa em comer. E o simples fato de identificar sua condição nas telas pode gerar um sofrimento que, eventualmente, pode fazer mal ao paciente. "O filme 'Mar Adentro', por exemplo, é belíssimo, mas não é para ser visto a qualquer hora", comenta Megre, referindo-se ao drama de um tetraplégico que luta pelo direito de morrer.

"Filmes sobre doenças, em geral, são feitos a partir de uma pesquisa, mas não há aprofundamento", ressalta, também, a médica de família Priscila Baptistão. Ela cita o clássico "Óleo de Lorenzo" como exemplo de longa que, além de explicar uma doença, revela algo que tem sido cada vez mais comum nos consultórios: "Muitos pacientes fazem pesquisas sobre a doença, nem sempre em fontes confiáveis, e passam a questionar o tratamento", conta.

Na história real que inspirou o filme, o resultado foi positivo: inconformado, o casal mergulha em livros de medicina e acaba colaborando com a descoberta de uma terapia contra a enfermidade do filho. Mas, na maioria dos casos, o profissional tem de convencer os pacientes a tomarem o remédio prescrito, apesar dos efeitos colaterais. Ou explicar que a nova droga, anunciada como panacéia, pode ter efeitos indesejados a longo prazo - como sugere, com os exageros típicos de Hollywood, a ficção "Eu Sou a Lenda" sobre um vírus criado por cientistas para combater o câncer que acaba dizimando a humanidade. foi um dos pontos de partida.

sábado, 2 de agosto de 2008

Parabéns toninho


Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo...

Corro o lápis em torno
Da mão e me dou uma luva
E se faço chover
Com dois riscos
Tenho um guarda-chuva...

Se um pinguinho de tinta
Cai num pedacinho
Azul do papel
Num instante imagino
Uma linda gaivota
A voar no céu...

Vai voando
Contornando a imensa
Curva Norte e Sul
Vou com ela
Viajando Havaí
Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela
Branco navegando
É tanto céu e mar
Num beijo azul...

Entre as nuvens
Vem surgindo um lindo
Avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo
Com suas luzes a piscar...

Basta imaginar e ele está
Partindo, sereno e lindo
Se a gente quiser
Ele vai pousar...

Numa folha qualquer
Eu desenho um navio
De partida
Com alguns bons amigos
Bebendo de bem com a vida...

De uma América a outra
Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo...

Um menino caminha
E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está...

E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar...

Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfim
Descolorirá...

Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
(Que descolorirá!)
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
(Que descolorirá!)
Giro um simples compasso
Num círculo eu faço
O mundo
(Que descolorirá!)...