terça-feira, 23 de junho de 2009

IMAGEM É TUDO ! (Fotos históricas)

A menina Afegã

Sharbat Gula foi fotografada quando tinha 12 anos pelo fotógrafo
Steve McCurry, em junho de 1984. Foi no acampamento de refugiados Nasir
Bagh do Paquistão durante a guerra contra a invasão soviética.
Sua foto foi publicada na capa da National Geographic em junho de
1985 e, devido a seu expressivo rosto de olhos verdes, a capa converteu-se
numa das mais famosas da revista e do mundo.
No entanto, naquele tempo ninguém sabia o nome da
garota. O mesmo homem que a fotografou realizou uma busca à jovem que
durou exatos 17 anos. Em janeiro de 2002, encontrou a menina, já uma mulher de
30 anos e pôde saber seu nome. Sharbat Gula vive numa aldeia remota do
Afeganistão, é uma mulher tradicional pastún, casada e mãe de três filhos.
Ela regressou ao Afeganistão em 1992.


segunda-feira, 22 de junho de 2009

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 22/06/2009

Não julgar

12a Semana do Tempo Comum
Mt 7,1-5-
Não julguem os outros para vocês não serem julgados por Deus. Porque Deus julgará vocês do mesmo modo que vocês julgarem os outros e usará com vocês a mesma medida que vocês usarem para medir os outros. Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Como é que você pode dizer ao seu irmão: "Me deixe tirar esse cisco do seu olho", quando você está com uma trave no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.


Comentário do Evangelho
Convívio sem discriminações

Nestas sentenças, que integram o Sermão da Montanha, Mateus apresenta orientações para as comunidades quanto a um convívio sem discriminações. A primeira orientação é sobre julgar o irmão. O "julgar", aqui, tem o sentido de "condenar". A avaliação crítica da realidade é um ato de consciência. Mas deve estar isenta de condenações ou exclusões às pessoas. A alusão à "medida" inspira-se nas trocas de cereais, entre produtores: ambas as partes usarão a mesma medida, por questão de eqüidade. A trave no próprio olho é a crítica excludente, que não permite ajudar o irmão que tem um cisco no olho. A qualificação "hipócrita" é usada doze vezes por Mateus ao referir-se aos escribas e fariseus. A frase original seria destinada aos fariseus também; porém, depois, dirigida aos discípulos, significaria que, ao condenar os irmãos, eles se assemelhariam àqueles escribas e fariseus. Da mesma forma, não cabe apontar os defeitos do irmão, mesmo que sinceramente, para corrigi-lo. O importante é, com amor, descobrir, destacar e valorizar as qualidades dele, no sentido da maior integração e crescimento da comunidade.
Fonte: Paulinas.org.br

domingo, 21 de junho de 2009

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 21/06/2009


Jesus acalma uma tempestade

Décimo Segundo Domingo do Tempo Comum
Mc 4,35-41

Naquele dia, de tardinha, Jesus disse aos discípulos: - Vamos para o outro lado do lago. Então eles deixaram o povo ali, subiram no barco em que Jesus estava e foram com ele; e outros barcos o acompanharam. De repente, começou a soprar um vento muito forte, e as ondas arrebentavam com tanta força em cima do barco, que ele já estava ficando cheio de água. Jesus estava dormindo na parte detrás do barco, com a cabeça numa almofada. Então os discípulos o acordaram e disseram: - Mestre! Nós vamos morrer! O senhor não se importa com isso? Então ele se levantou, falou duro com o vento e disse ao lago: - Silêncio! Fique quieto! O vento parou, e tudo ficou calmo. Aí ele perguntou: - Por que é que vocês são assim tão medrosos? Vocês ainda não têm fé? E os discípulos, cheios de medo, diziam uns aos outros: - Que homem é este que manda até no vento e nas ondas?!


Comentário do Evangelho
O mar agitado
Os pescadores do Mar da Galiléia, trabalhando em seus barcos, freqüentemente enfrentavam dificuldades em sua luta pela sobrevivência. Nos quatro Evangelhos encontramos seis narrativas semelhantes, nas quais os discípulos se sentem em perigo atravessando de barco o mar agitado. Em três delas, em Mateus, Marcos e João, após a partilha eucarística dos pães com a multidão, os discípulos estão a sós no barco e Jesus vem a eles andando sobre as águas. Já na narrativa de hoje, em Marcos, bem como nas duas paralelas em Mateus e Lucas, os discípulos estão atravessando o mar em direção a um território gentílico, e Jesus encontra-se dormindo no barco. Estas narrativas, que circulavam como tradição entre aquelas comunidades que se caracterizavam por ter origem no judaísmo, parecem inspiradas em passagens do Primeiro Testamento, tais como o livro de Jó (primeira leitura), o livro de Jonas (Jn 1,1-16), bem como os Salmos (Sl 107,25-30; 89,10). O "passar para a outra margem" e as diversas viagens de barco, destacadas por Marcos, indicam a mobilidade de Jesus entre a Galiléia gentílica, com presença de colonos e comerciantes judeus, e os territórios vizinhos predominantemente gentílicos. Nesta narrativa temos um "milagre da natureza", com a curiosa imposição de silêncio ao vento e ao mar. Há um contraste entre a tranqüilidade de Jesus e a angústia e perturbação dos discípulos, diante do "mar agitado". Jesus dá andamento a sua proclamação, enfrentando tranqüilamente os conflitos oriundos de seus adversários. Contudo, os discípulos estão atemorizados à vista deste novo contexto criado por Jesus, particularmente agora, quando vão em missão em território exclusivamente gentio. Ante o perigo, os discípulos questionam Jesus: "... não te importa que estejamos perecendo?", seguindo-se sua reposta: "Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?". Os discípulos, no barco batido pelas ondas, exprimem as comunidades com suas dificuldades no cumprimento de sua missão. Porém, se até o vento e o mar obedecem à palavra de Jesus, porque, enchendo-nos de conforto e fé, não iremos nós também obedecer a esta Palavra? A segunda leitura reflete a teologia paulina, centrada no Cristo morto e ressuscitado, sem maiores referências ao decorrer da vida e do ministério do Jesus humano e histórico.
Fonte: Paulinas.org.br

sexta-feira, 19 de junho de 2009

EAVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 19/06/2009

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

Abertura do Ano Sacerdotal
Jo 19,31-37
Então os líderes judeus pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas dos que tinham sido crucificados e mandasse tirá-los das cruzes. Pediram isso porque era sexta-feira e não queriam que, no sábado, os corpos ainda estivessem nas cruzes. E aquele sábado era especialmente santo. Os soldados foram e quebraram as pernas do primeiro homem que tinha sido crucificado com Jesus e depois quebraram as pernas do outro. Mas, quando chegaram perto de Jesus, viram que ele já estava morto e não quebraram as suas pernas. Porém um dos soldados furou o lado de Jesus com uma lança. No mesmo instante saiu sangue e água. Quem viu isso contou o que aconteceu para que vocês também creiam. O que ele disse é verdade, e ele sabe que fala a verdade. Isso aconteceu para que se cumprisse o que as Escrituras Sagradas dizem: "Nenhum dos seus ossos será quebrado." E em outro lugar as Escrituras Sagradas dizem: "Eles olharão para aquele a quem atravessaram com a lança."
Comentário do Evangelho
Jesus é ferido

O Evangelho de João, que manifesta afinidade com os samaritanos remanescentes do antigo Israel, apresenta Jesus em conflito com o judaísmo em geral. A última ceia de Jesus, neste Evangelho, realizou-se um dia antes da ceia da Páscoa dos judeus. Com a expressão "tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim" (Jo 13,1), João apresenta o fim do ministério de Jesus como uma missão de amor pleno, e não como uma missão sacrifical. Com hipocrisia, os judeus se preocupam em retirar os corpos das cruzes, para não profanar o sábado. Os romanos só os retirariam mortos; assim, os judeus pedem que lhes quebrem as pernas para acelerar a morte. No sangue que sai do lado ferido de Jesus, temos a expressão do seu amor, em um dom sem limites; e, na água, temos a expressão da origem da vida nova no Espírito, doado por Jesus.

Fonte: Paulinas.org.br

quinta-feira, 18 de junho de 2009

O DIPLOMA


Duvido que alguém tenha passado o dia de hoje sem ter ouvido, mesmo que de maneira desatenta, o assunto do dia: PARA EXERCER O JORNALISMO NÃO PRECISA MAIS TER DIPLOMA. Acabei de ver na tevê um pré-vestibulando dizendo: "Eu queria ser jornalista, mas agora não precisa de diploma, não tem sentido fazer o curso". Dá pra perceber a vocação do rapaz.

Ontem o STF (Supremo Tribunal Federal), por oito votos a um, entendeu que Estado não pode estabelecer condições restritivas para o trabalho do jornalista, porque a profissão se confunde com o pleno exercício da liberdade de expressão. O jornalismo não é o formador (certificador) de uma casta de profissionais ou cidadãos especiais que detêm a plenitude do direito a livre expressão.

O Presidente do Supremo, relator do processo, aquele mesmo! Chegou a comparar o ofício de jornalista à de um chef de cozinha ou de um profissional de moda. "Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa falculdade de culinária, o que não legitima exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área", disse.

Sempre achei o máximo ser jornalista. Escrever artigos, colunas, promover investigações bombásticas que darão primeira página dos jornais; Formar opiniões, quer seja pelas ondas do rádio, do qual sou apaixonado e só durmo ouvindo o meu "raidinho", quer seja pela tevê com os seus repórteres e apresentadores tão seguros e críveis. E agora a intenet com os seus sites e blogs? Que profissão maravilhosa...

Agora também me irrita os "canalhas" e "picaretas" dos meios de comunicação sempre a serviço de seus patrões, geralmente políticos, igualmente canalhas, que manipulam, mentem, criam fatos, vendem notícias, abusam da ignorância do povo e só têm o compromisso com o dinheiro e os interesses do seus chefes. Que profissão miserável.

Uma tarde dessa, em conversa com o nosso talentoso amigo e estudante de jornalismo Ítalo, também colaborador deste blog, por sinal, poderia nos agraciar mais com sua inteligência, refletíamos sobre o curso e a carreira de jornalista, e lhe dizia, na ocasião, que já tinha ouvido do jornalista Juca Kfouri que o jornalismo era uma forma de luta, de promoção de justiça neste mundo. Já era fã de Juca Kfouri, agora então, com aquele conceito de jornalismo, fiquei maravilhado. Jornalismo é um instrumento de construção de uma sociedade cristã! Vou para o Universidade !

Confesso que Ítalo me fez uma cara de espanto e desaprovação, típica de estudante que não ouviu nada disso nos bancos da universidade, e me fez algumas considerações técnicas desapontadoras do curso.

Se o diploma ajudasse a banir todos os picaretas do rádio, jornal, televisão e internet teria o meu total apoio, sob a justificativa da prevalência da ética e da moral. No entanto, isto é quimera e ,a despeito entender importante a vida acadêmica para o futuro reporter ou jornalista, não se pode privar talentos de ocuparem espaços na imprensa só porque não têm diploma.

O assunto é polêmico e deve ser, por nós leigos, consumidores das notícias, refletido sempre sob o olhar da contrariedade, analisando as vozes contra e a favor para se chegar, democraticamente, a uma opinião balizada, como faz o bom jornalismo ! Como as vozes dos meios de comunicação é de total repúdio a decisão judicial, ouso publicar alguns links que nos dão outra visão sobre o caso.

Enquanto isso, vou surfar na decisão do STF dando uma de jornalista por aqui. Estou brincando !!!


Luiz Teixeira


1) Exercício do jornalismo não requer diploma superior

2) Diploma de jornalismo é algema que Supremo deve tirar

3) "Juca Kfouri - o militante da notícia"

4)
Jornalismo é profissão de segunda classe, segundo o Supremo Tribunal Federal


EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 18/06/2009

Pai Nosso
Mt 6,7-15-

Nas suas orações, não fiquem repetindo o que vocês já disseram, como fazem os pagãos. Eles pensam que Deus os ouvirá porque fazem orações compridas. Não sejam como eles, pois, antes de vocês pedirem, o Pai de vocês já sabe o que vocês precisam. Portanto, orem assim: "Pai nosso, que estás no céu, que todos reconheçam que o teu nome é santo. Venha o teu Reino. Que a tua vontade seja feita aqui na terra como é feita no céu! Dá-nos hoje o alimento que precisamos. Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam. E não deixes que sejamos tentados, mas livra-nos do mal. Pois teu é o Reino, o poder e a glória, para sempre. Amém!" - Porque, se vocês perdoarem as pessoas que ofenderem vocês, o Pai de vocês, que está no céu, também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem essas pessoas, o Pai de vocês também não perdoará as ofensas de vocês.

Comentário do Evangelho
Oração: respiração do espírito
A oração é a respiração do espírito. Em todas as religiões encontramos a prática da oração. Por ela estabelecemos uma relação pessoal com Deus. O sair de si para orar a Deus comporta também o sair de si para dialogar e acolher nosso próximo. Conscientes de nossa fragilidade, a oração é uma luz e um conforto em Deus. E Deus é pai e mãe, Deus é vida. Pela certeza de que quem pede recebe, a oração se torna fonte de iniciativas e ações pessoais. A oração que Jesus nos ensinou é uma oração comunitária, dirigida ao Pai nosso atualmente presente em nossa vida. O centro da oração é a realização da vontade de Deus, e quem faz a vontade do Pai está em comunhão com a família de Jesus, Filho de Deus. A vontade do Pai é que o Reino dos Céus se realize aqui na terra. E este Reino é a comunidade de partilha, viva, onde o amor leva ao perdão recíproco e na qual se vive a paz.
Fonte: Paulinas.org.br

VIVER BEM!

Seu corpo pede para dormir mais no inverno
O frio e a baixa na claridade fazem você sentir mais sono do que o habitual.




Quando o tempo esfria, aumenta a vontade de ficar na cama e dormir mais. O comportamento, no entanto, está longe de ser pura preguiça. Segundo o médico Luis Vicente Franco Oliveira, Coordenador do Laboratório do Sono da Universidade Nove de Julho UNINOVE, esta é mais uma das adaptações do nosso corpo às mudanças climáticas."Como o metabolismo fica menos acelerado e o período de sol diminui, nosso organismo acaba ficando satisfeito quando dormimos mais", afirma. "Mas a necessidade de sono, em si, não chega a aumentar. O que aumenta é o nosso conforto quando podemos ficar mais tempo na cama", diz.Quando dorme bem, você fica mais descansado e encara com fôlego as tarefas do dia-a-dia, por mais desgastante que ele seja. Agora, não ache que a eficiência tem a ver com a quantidade de horas dormidas: a qualidade importa muito mais neste quesito e o especialista da Uninove explica os motivos na entrevista que você confere abaixo.
Dormir mais, no inverno, é comum? O corpo precisa de mais horas de sono no frio?
Dormir faz bem e é extremamente importante em nossa vida. No inverno dormimos um pouco mais devido à temperatura mais baixa. O metabolismo fica menos acelerado, ficamos mais quietos, mais agasalhados e buscamos lugares mais protegidos. Os dias no período de inverno também são mais curtos e as noites são mais longas, fato que nos induz um pouco mais ao sono. O corpo não precisa de mais horas de sono no inverno, porém as condições climáticas e ambientais do inverno nos induzem a ficar mais tempo recolhidos e mais tempo no leito.
Por que temos a impressão de que o sono aumenta quando o tempo esfria?
Realmente é apenas impressão, pois a nossa necessidade de sono está relacionada ao sono e à vigília anteriores e, em média, para adultos o período médio é de oito horas de sono por noite, desde que bem dormidas. È importante considerar que não devemos contar o tempo que ficamos na cama, e sim o tempo real de sono. Não adianta ficarmos brigando com a cama e forçarmos o sono.
Dormir demais deixa o corpo mais lento? Por que isso acontece?
Ninguém dorme além do necessário. O organismo controla a necessidade de sono de acordo com a vigília e o sono anterior. Então, a pessoa pode ficar um pouco mais lenta, caso o sono não tenha sido de boa qualidade.
Tem como saber a medida ideal de sono? Ou essa medida só vem com tentativa e erro?
Os recém-nascidos apresentam uma necessidade maior de sono, aproximando em 16 horas. Esta necessidade vai reduzindo com o passar da idade. Os adolescentes precisam de, pelo menos, dez horas de sono e os adultos jovens oito horas. Devemos considerar também que existem pessoas que apresentam algumas diferenças em relação à necessidade de sono. Nós temos os pouco dormidores, aqueles se satisfazem com um número menor de horas de sono, de 4 a 6 horas e os grandes dormidores, aqueles que necessitam de uma maior quantidade de horas de sono, por volta de 10 a 12 horas de sono. Normalmente as pessoas encontram a sua necessidade ideal de sono conforme o seu dia-a-dia e de acordo com a sua organização de trabalho.
Por que ter interrupções no sono atrapalha o descanso (mesmo com várias horas de sono)?
Realmente, o que importa é a qualidade do sono e não a quantidade. Não significa que se uma pessoa ficar na cama por longas horas tentando dormir ou dormindo que ela despertará bem. Durante o sono, nós temos os despertares que são caracterizados pela tomada de consciência, ou seja, percepção do tempo e espaço e temos os chamados microdespertares, que não são percebidos pela pessoa que esta dormindo, porém são caracterizados por despertares em termos de atividade elétrica cerebral. Quando os microdespertares acontecem por algum motivo, como um movimento de pernas, uma mudança de posição na cama, por um evento de bruxismo de sono e ou por uma apnéia obstrutiva do sono eles fragmentam (interrompem) o sono, cortando um estado profundo ou sono REM para uma fase denominada de sono leve. Sem o sono REM não há como recuperar o cansaço físico e a exaustão cerebral.
Quais os benefícios hormonais de uma boa noite de sono?
O sono é necessário para o perfeito funcionamento dos sistemas fisiológicos de nosso organismo, principalmente o sistema nervoso. O sistema hormonal é beneficiado, porque o sono profundo coincide com a síntese várias enzimas e hormônios, entre eles o hormônio do crescimento (GH) em crianças e adultos jovens.
Quem faz exercícios e dorme bem alcança resultados melhores no treino (principalmente na musculação)?
Sim. Há fases de sono que são responsáveis pela recuperação da exaustão física e outras que melhoram a atividade nervosa, incluindo a concentração e maior rapidez de respostas e reflexos. Portanto, após os treinamentos, é de extrema importância boas noites de sono, inclusive nas vésperas de provas práticas físicas e também de provas teóricas.
Que outros benefícios podemos citar quando há uma rotina de noites tranqüilas de sono?
Vários estudos científicos têm mostrado uma melhor qualidade de vida em pessoas que dormem bem, inclusive com uma maior sobrevida. Observamos um maior índice de alcoolismo, de separação de casais, maior incidência de enfermidades, menor rendimento no trabalho, maior risco de acidentes automobilísticos e de trabalho, depressão e alterações de humor em pessoas que apresentam distúrbios do sono.
Fonte: yahoo.com.br/minhavida

quarta-feira, 17 de junho de 2009

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 17/06/2009

Não às aparências e hipocrisia

Décima Primeira Semana do Tempo Comum
Mt 6,1-6.16-18-

Tenham o cuidado de não praticarem os seus deveres religiosos em público a fim de serem vistos pelos outros. Se vocês agirem assim, não receberão nenhuma recompensa do Pai de vocês, que está no céu. - Quando você der alguma coisa a uma pessoa necessitada, não fique contando o que fez, como os hipócritas fazem nas sinagogas e nas ruas. Eles fazem isso para serem elogiados pelos outros. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: eles já receberam a sua recompensa. Mas você, quando ajudar alguma pessoa necessitada, faça isso de tal modo que nem mesmo o seu amigo mais íntimo fique sabendo do que você fez. Isso deve ficar em segredo; e o seu Pai, que vê o que você faz em segredo, lhe dará a recompensa. - Quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas para serem vistos pelos outros. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: eles já receberam a sua recompensa. Mas você, quando orar, vá para o seu quarto, feche a porta e ore ao seu Pai, que não pode ser visto. E o seu Pai, que vê o que você faz em segredo, lhe dará a recompensa. - Quando vocês jejuarem, não façam uma cara triste como fazem os hipócritas, pois eles fazem isso para todos saberem que eles estão jejuando. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: eles já receberam a sua recompensa. Mas você, quando jejuar, lave o rosto e penteie o cabelo para os outros não saberem que você está jejuando. E somente o seu Pai, que não pode ser visto, saberá que você está jejuando. E o seu Pai, que vê o que você faz em segredo, lhe dará a recompensa.

Comentário do Evangelho
A verdadeira comunhão com o Pai
A "prática da justiça", no sentido religioso, significava a busca de justificação diante de Deus. As mais consagradas eram: a esmola, a oração e o jejum. Por esta prática o piedoso judeu julgava-se justo diante de Deus. Com atitude ostensiva, os líderes religiosos do templo e das sinagogas afirmavam seu prestígio e poder. Foram, assim, qualificados de hipócritas por Jesus. A verdadeira comunhão com o Pai se faz, com humildade, na renúncia ao supérfluo do consumo, na partilha com os pobres e excluídos e na oração, que é o fazer a vontade do Pai.
Fonte: Paulinas.org.br