domingo, 18 de abril de 2010

COMPARTILHANDO EXPERIÊNCIAS


 A NUVEM E A DUNA

“Todo mundo sabe que a vida das nuvens é muito movimentada, mas também muito curta”, escreve Bruno Ferrero. E vamos a mais uma história:

Uma jovem nuvem nasceu no meio de uma grande tempestade no Mar Mediterrâneo. Mas sequer teve tempo de crescer ali; um vento forte empurrou todas as nuvens em direção à África. Mas ao chegar ao continente, o clima mudou: um sol generoso brilhava no céu, e embaixo se estendia a areia dourada do deserto de Saara. Entretanto, assim como acontece com os jovens humanos, também acontece com as jovens nuvens: ela resolveu desgarrar-se dos seus pais e amigos mais velhos, para conhecer o mundo.

- O que você está fazendo? – reclamou o vento. - O deserto é todo igual! Volte para a formação, e vamos até o centro da África, onde existem montanhas e árvores deslumbrantes!


BOTAFOGO CAMPEÃO !


BOTAFOGO 2 X 1 FLAMENGO
Maracanã, 18/04/2010


Parabéns a todos os amigos Botafoguenses, principalmente, os do Grupo Luz do Mundo. Não são conhecidos os botafoguenses no grupo? Parabéns as demais torcidas ! ( rs rs)

PREFEITURA VELHACA !



Ousa não pagar o caro IPTU de Natal? Estou cansado de, em nome da lei, em cumprimento a ordem imperial, PENHORAR os mais simples movéis de uma casa (fogão, geladeira, sofá etc.);  quando não a própria casa do devedor (residência do cidadão) inadimplente com o imposto municipal.

Deixa de pagar as tuas contas! Consequencia: Inclusão do nome no SPC, SERASA, processo de cobrança e nome sujo na praça. 

Alguns não pagam as suas contas por incompetência, descontrole, desonestidade. Outros, são acometidos da falta de emprego, de uma doença grave na família que implica priorizar pagamentos.

Em qual categoria você classifica a Prefeitura de Natal/RN, segundo reportagem de hoje da Tribuna do Norte? O que temos haver com a má pagadora? A nossa "rica" cidade deixa de receber recursos do Governo Federal e dinheiro para a alardeada mobilidade urbana.  A coisa tá difícil !

Luiz Teixeira 


Prefeitura de Natal no cadastro de inadimplentes

Guia Dantas - repórter

A Prefeitura Municipal de Natal (PMN) está impossibilitada de receber recursos oriundos de convênios federais e realizar operações de crédito, como empréstimos e financiamentos. Isto porque encontra-se inserida no Cadastro Informativo de Créditos (Cadin) – espécie de SPC e Serasa das prefeituras – além de carecer no momento do Certificado de Regularização Previdenciária (CRP), o qual está vencido desde o  último dia 31. Também há pendências da PMN quanto à Certidão Negativa de Débito (CND) junto ao INSS. Quem define a regra que pune as prefeituras em situação de inadimplência é a lei nº 10.522/02, que regulamenta o Cadin. Não se trata, portanto, da mera vontade do Governo Federal de repassar recursos, por exemplo, oriundos do PAC. As informações sobre o registro da Prefeitura no Cadin e o déficit junto ao CRP são oficiais e estão disponíveis no Sistema de Administração Financeira (Siafi), checadas pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE, na última sexta-feira.

A inserção da PMN no Cadim se deu no último dia 5, após informação prestada pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, que declarou ter em seus registros  débitos não quitados tanto do próprio Executivo como de  Secretarias da administração direta – mais precisamente 12 no total.  

Até que regularize a situação, é pouco provável que a prefeitura consiga, por exemplo, aprovar o empréstimo já aprovado pela Câmara Municipal, no valor de R$ 300 milhões...

sábado, 17 de abril de 2010

Natal está com queloide


Nos últimos tempos, trafegando pelas ruas de nossa cidade, veio-me a lembrança de um fato pitoresco acontecido no início da minha adolescência.

Minha casa em reforma, mestre pedreiro necessitando de novo servente, pois o primeiro havia desistido...; então, para não ter mais “dor de cabeça” e “economizar”, sobrou a vaga para mim e meu irmão – em plenas férias de final de ano!

“Será divertido”, pensei num primeiro momento.  Não foi.  E, pior, em via média de execução da obra – o contra-piso do quarto –, aconteceu um acidente comigo.

Eu vinha com o carrinho de mão em “alta velocidade” – para ter o mínimo de emoção naquele marasmo –; saí do quarto, entrei pela cozinha, cheguei à área de serviço, mirei a tábua que ligava-a ao quintal (uma altura de uns trinta centímetros do chão), errei... Como vinha rapidamente, o para-choque do carrinho tocou o solo ao lado da tábua, que serviu de base para a alavanca que uma das duas hastes de segurar o carrinho se tornou.  Ela entrou quase embaixo de minha axila direita, levantando-me do chão e jogando-me a quase três metros.  Caí.  Susto grande.  Nenhum arranhão.  “Ufa!”, pensei equivocadamente de novo; havia um ferimento que, com certeza seria alvo de ponto, bem perto da axila, que não me deixava nem levantar o braço.  Solicitamente, minha vizinha fez um curativo e o ferimento, dali a dois meses, estava sarado, mas...

Isso mesmo: QUELOIDE.  O local da lesão ficou “desnivelado” em relação à pele em seu entorno, mesmo com o ferimento já sarado.  Para quem não sabe direito o que é, é uma espécie de pele sobre a pele; funcionalmente não influi em nada, porém esteticamente...

Atualizemos o contexto que me inspirou a escrever.  Percorro muito nossa cidade – em todas as suas zonas.  E, ultimamente, boa parte das ruas de leste a oeste, de norte a sul da capital potiguar está com aparência de queloide. 

A prefeitura teve o bom senso e a hombridade de se preocupar em realizar obras de drenagem e/ou saneamento, todavia, para variar, ou não fiscaliza o feito ou quem fiscaliza é incompetente.  Ruas e avenidas por onde eu trafegava com prazer, pois parecia até uma superfície de porcelanato (desculpe-me a hipérbole), agora é alvo de minha indignação.  Piso irregular, ora com buracos, ora aparentando as famosas “costelas de vaca”, comuns em estradas de pissarro (pissarra segundo o Aurélio), sempre tirando ou abalando nossa paciência.

Já escutei frases do tipo – as quais não acho impossível de se tornarem ou serem verídicas: “Se está assim por cima, ‘avalie’ como está por baixo”; “Dinheiro jogado fora: se nem souberam cobrir, imagine o que vai haver de vazamentos embaixo”.

Pois é...  Fiquei com dois lados nesse absurdo: a lembrança dolorida e a indignação de saber que a cidade em que  nasci e assisto, não está tendo o tratamento que lhe é merecido.

A queloide normal – no corpo humano – não gera problemas funcionais, apenas estéticos; já a queloide provocada pela má conduta da administração pública gera tanto um como outro.  Talvez tenhamos que chamar um cirurgião plástico para aconselhar a secretaria municipal responsável por essa vergonha ou um marceneiro para envernizar a cara de pau daqueles que dizem que isso “é um mal necessário”.

Sem mais para o momento, mas muito para daqui a pouco... Um abraço fraterno a todos!


Antonio Carlos Galvão Júnior
                     (10 de janeiro de 2010)

IMAGEM É TUDO

Monges tibetanos rezam pelas vítimas de terremoto na China



Monges tibetanos entoam cânticos fúnebres pelas vítimas do terremoto que atingiu a China sobre os escombros de casas. O abalo sísmico de 6,9 graus de magnitude, desta quarta-feira (14), causou a morte de 800 pessoas na remota província de Qinghai, no oeste do país. Os corpos foram cremados em rituais neste sábado (17). A medida tem como objetivo evitar doenças.

G1

FAZER GAMBIARRA

Do que você é capaz de fazer quando é preciso improvisar para não atrasar?


fotos que falam

EVANGELHO DO DIA

Ano C - Dia: 17/04/2010



Jo 6,16-21 - Não tenham medo, sou eu!
Leitura Orante

Jo 6,16-21


De tardinha, os discípulos de Jesus desceram até o lago. Subiram num barco e começaram a atravessar o lago na direção da cidade de Cafarnaum. Quando já estava escuro, Jesus ainda não tinha vindo se encontrar com eles. De repente, um vento forte começou a soprar e a levantar as ondas. Os discípulos já tinham remado uns cinco ou seis quilômetros, quando viram Jesus andando em cima da água e chegando perto do barco. E ficaram com muito medo.
Mas Jesus disse:
- Não tenham medo, sou eu! 
Então eles o receberam com prazer no barco e logo chegaram ao lugar para onde estavam indo.

Comentário do Evangelho

Jesus não nos abandona

Esta narrativa, mais longa nos Evangelhos de Marcos e Mateus, é resumida por João, o qual se destaca pelo recurso aos simbolismos. Com as imagens do "escuro", "vento forte", "mar agitado", é evocado o caos original da criação, como um paralelo entre Jesus andando sobre as águas e o Espírito de Deus pairando sobre as águas. A isto se acrescenta a revelação do Sinai, e a aparição do Ressuscitado aos discípulos fechados a quatro paredes: "Sou eu. Não tenhais medo!". A barca, com os discípulos, no escuro e no mar agitado pelo vento simboliza a sua insegurança.
Estão de volta às trevas e à agitação do sistema opressor do qual Jesus procura libertá-los. Até então "Jesus não tinha vindo a eles". Mas Jesus não os abandona. Andando sobre as águas, aproxima-se. Os discípulos, sem entenderem, temem diante da visão. A identificação de Jesus lhes traz paz. Agora, confiantes, querem receber Jesus no barco. Mas com o simples aproximar de Jesus eles ficam libertos da agitação e do medo, pois o barco atinge a terra firme. João, com sua simbologia, revela-nos Jesus como aquele que traz a paz e a segurança na comunidade e na missão.

Autor: José Raimundo Oliva
Fonte: paulinas.org

FRASE DO DIA



Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade.