Chega a idade do Bobo
O cabra se ver na peinha...
Sente o cheiro de mulher
E acha que é uma ovelhinha
Está na idade do Lobo,
Só conquista ó velhinha!
Eis o homem dos quarenta,
Vive a morrer de fome;
É só vê rabo-de-saia,
Logo, seu juízo some.
Ele diz que faz e acontece...
Mas é Lobo que não come...
Veja homem convencido
Se acha sempre gostoso
Quer pegar todo mundo
É sacana bem vaidoso
E diz: a carne é frágil,
O coração cauteloso!
O cabra se ver na peinha...
Sente o cheiro de mulher
E acha que é uma ovelhinha
Está na idade do Lobo,
Só conquista ó velhinha!
Eis o homem dos quarenta,
Vive a morrer de fome;
É só vê rabo-de-saia,
Logo, seu juízo some.
Ele diz que faz e acontece...
Mas é Lobo que não come...
Veja homem convencido
Se acha sempre gostoso
Quer pegar todo mundo
É sacana bem vaidoso
E diz: a carne é frágil,
O coração cauteloso!
Autor: M. C. GARCIA







