domingo, 27 de junho de 2010

E PARA VOCÊ, QUEM SOU EU?

Jesus pergunta aos discípulos o que as multidões andam dizendo a respeito dele. Mas, logo em seguida, faz outra pergunta, mais comprometedora, aos seus seguidores: “E vocês, quem dizem que eu sou?” Pedro toma a palavra e declara que Jesus é o Messias enviado por Deus. Depois disso, recebem do mestre algumas instruções, entre as quais esta: quem quiser segui-lo deve pôr interesses pessoais em segundo plano e tomar a cruz.

Jesus nos faz, nos dias de hoje, as mesmas perguntas. “O que ou quem dizem por aí que eu sou?” é uma indagação que faz sentido, pois o nome de Jesus – sem falar nos quadros, pôsteres e crucifixos – está exposto em tantos lugares... Com certa facilidade encontrarmos adesivos, cartazes, placas, chaveiros etc. falando dele. Há um desses que traz: “Jesus: este nome tem poder”. Não é difícil, então, concluir que se fala muito de sua pessoa. 

Hoje são as mais diversas as respostas possíveis a essa pergunta. Há quem diga que Jesus é um dos grandes líderes espirituais, um espírito evoluído, um fundador de religião, um guru... No entanto, ainda que essas explicações tenham aspectos a ser valorizados, a resposta que mais interessa é aquela, bem pessoal, à pergunta que ele nos faz diretamente, como discípulos seus: “Quem sou eu em sua vida?”

Não é resposta que se dê da noite para o dia; trata-se, sim, de resposta que se constrói com a própria vida, com gestos pequenos e grandes. Fazer o bem, perdoar, amar, trabalhar com dedicação e afinco são formas excelentes de confessar: Senhor, tu és o Cristo de Deus!

Pe. Claudiano A. dos Santos, ssp 

INAUGURAÇÃO DO ALTO DE SANTA RITA


O governador Iberê Ferreira de Souza inaugurou neste sábado (26) o Complexo Turístico-Religioso Alto de Santa Rita. Uma multidão acompanhou a missa em ação de graças e, em procissão, seguiu para conhecer a maior imagem católica do mundo, que tem 50 metros de altura, além dos seis metros de pedestal.

"Além de ser um marco religioso, o Alto de Santa Rita vai estimular a geração de emprego e renda na região. Abre-se uma nova perspectiva para o turismo religioso do nosso Estado, beneficiando o artesanato local, o comércio, e os hotéis e pousadas", declarou o governador Iberê Ferreira de Souza.

O investimento total para a construção do Alto de Santa Rita foi de aproximadamente R$ 6 milhões, incluindo a estátua, os acessos, a iluminação, a praça de eventos, a capela, o estacionamento para 3.000 veículos, além de espaços para lanchonetes e lojas de artigos religiosos.

"Sou devoto de Santa Rita de Cássia e tenho certeza que ela me protegeu na minha cirurgia e nos momentos difíceis que enfrentei", lembrou o governador.

Iberê ainda revelou que o Governo do Estado está licitando novas obras de acesso ao santuário, ampliando a estrutura já oferecida.

O prefeito de Santa Cruz, Péricles Rocha, também se emocionou com a inauguração do Alto de Santa Rita. "Estamos realizando um sonho da população de Santa Cruz.

O Governo do Estado e o Governo Federal foram parceiros da prefeitura nesta obra que será um divisor de águas para a nossa cidade, nos aspectos religioso e econômico", comentou.

O ex-prefeito de Santa Cruz, Luiz Farias, o "Tomba", idealizador do projeto, lembrou que as obras iniciaram em 2008.

"Tenho certeza que Santa Cruz passará por grandes mudanças nos próximos dez anos. A economia da cidade vai crescer com o incentivo ao turismo religioso.

Os devotos de Santa Rita, como eu, estão muito felizes e agradecem o apoio fundamental do Governo do Estado e do governador Iberê Ferreira de Souza para ver este sonho concretizado", finalizou.

Fonte: Assecom/RN 

sábado, 26 de junho de 2010

FESTA DE SÃO JOÃO

Ganhar e perder

Ninguém gosta de perder nada. Ao contrário, nosso impulso instintivo corre na direção da conquista de algo bom. Mas, dependendo da natureza do bem buscado, podemos nos enganar e perder todo o esforço quando erramos o alvo. Se, por exemplo, lutamos para conquistar um prêmio e este for uma quimera ou ilusão, percebemos que não valeu a pena tanto sacrifício e esforço nessa direção. Ao invés de obtermos algo de grande valor, como o de um valioso diamante, percebemos que era apenas um material de vidro lapidado. A decepção é grande! Quantos erros de enfoque estamos sujeitos a cometer, muitas vezes levados pela propaganda enganosa!
Jesus, o Filho de Deus, nos dá verdadeira lição de busca do verdadeiro tesouro. Alcançá-lo exige renúncia, sacrifício, exercício ou contínuo treinamento, boa escolha, remar contra a correnteza dos instintos, da propaganda, espírito crítico adequado, avaliação... Nossos sentidos são continuamente aguçados, provocando apetite para termos atitudes e optarmos por aquilo que é mais cômodo e traz prazer ou bem estar sensível imediato, nem sempre coerente com a busca de valores mais consistentes da vida. Continuamente a mídia nos oferece estímulo para comprarmos ou buscarmos o que é mais atraente no momento. Se não soubermos discernir ou avaliar o que nos oferecem e agradam nossos instintos, podemos não acertar com a boa escolha. Por outro lado, o condicionamento de nossa mente para realizarmos determinadas ações ou planejamento de conduta depende muito de como o aprendemos desde a infância ou influências posteriores.

Evangelho do dia

Ano C - Dia: 26/06/2010



Jesus cura o empregado de um oficial romano

Mt 8,5-17


Quando Jesus entrou na cidade de Cafarnaum, um oficial romano foi encontrar-se com ele e pediu que curasse o seu empregado. Ele disse:
- Senhor, o meu empregado está na minha casa, tão doente, que não pode nem se mexer na cama. Ele está sofrendo demais.
- Eu vou lá curá-lo! - disse Jesus.
O oficial romano respondeu:
- Não, senhor! Eu não mereço que o senhor entre na minha casa. Dê somente uma ordem, e o meu empregado ficará bom. Eu também estou debaixo da autoridade de oficiais superiores e tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Digo para um: "Vá lá", e ele vai. Digo para outro: "Venha cá", e ele vem. E digo também para o meu empregado: "Faça isto", e ele faz.
Quando Jesus ouviu isso, ficou muito admirado e disse aos que o seguiam:
- Eu afirmo a vocês que isto é verdade: nunca vi tanta fé, nem mesmo entre o povo de Israel! E digo a vocês que muita gente vai chegar do Leste e do Oeste e se sentar à mesa no Reino do Céu com Abraão, Isaque e Jacó. Mas as pessoas que deviam estar no Reino serão jogadas fora, na escuridão. Ali vão chorar e ranger os dentes de desespero.
E Jesus disse ao oficial:
- Vá para casa, pois será feito como você crê.
E naquele momento o empregado do oficial romano ficou curado.
Jesus foi à casa de Pedro e viu a sogra dele de cama, com febre. Jesus tocou na mão dela, e a febre saiu dela. Então ela se levantou e começou a cuidar dele.
Depois do pôr-do-sol, o povo levou até Jesus muitas pessoas que estavam dominadas por demônios. E ele, apenas com uma palavra, expulsava os espíritos maus e curava todas as pessoas que estavam doentes. Jesus fez isso para cumprir o que o profeta Isaías tinha dito:
"Ele levou as nossas doenças
e carregou as nossas enfermidades."
Algumas pessoas que queriam seguir Jesus 
 
Comentário do Evangelho

Os possessos e doentes vão a Jesus
Estes dois milagres, da cura do criado do centurião e da sogra de Pedro, integram um bloco de dez milagres coletados por Mateus, em preparação ao envio missionário que se segue no capítulo 10. O primeiro milagre destaca a fé de um gentio que supera a fé de Israel. No segundo, a casa, oprimida pelo sistema religioso, é libertada para ser o lugar de serviço e encontro das comunidades. Os possessos e doentes vão a Jesus, na casa, e não ao Templo, buscando a libertação da dominação ideológica e das privações da exclusão.
Autor: José Raimundo Oliva
fonte:paulinas.org

Santo do dia

São Sigismundo (Zygmunt) Gorazdowski
1845-1920Fundou a Congregação das
Irmãs de São José
Irmãs Josefinas

Sigismundo Gorazdowski nasceu em 1o de novembro de 1845, em Sanok, Polônia, numa família muito religiosa, tendo saúde frágil desde a infância.

Após concluir o segundo grau, entrou na faculdade de direito da Universidade de Lwow. No segundo ano de faculdade, descobriu a vocação para o sacerdócio, interrompeu o curso de direito e entrou para o Seminário Maior em Lwow. A sua ordenação sacerdotal foi suspensa por causa do seu grave estado de saúde. Os seus amigos escreveram em suas memórias: "A não admissão à ordenação sacerdotal foi para Sigismundo um golpe muito doloroso, sofreu moral e fisicamente, mas não perdeu a confiança no Senhor Deus". Dois anos depois, o seu estado de saúde melhorou tanto que pôde receber o sacramento da Ordem na catedral de Lwow, no dia 25 de julho de 1871. Seu lema: "Ser tudo para todos, para salvar pelo menos um".

Seu trabalho pastoral foi reconhecido pelo carisma excepcional de unir o trabalho sacerdotal com o trabalho caritativo. Descobrindo a grande pobreza espiritual de seus fiéis e várias dificuldades no anúncio da mensagem evangélica, elaborou e editou "Catecismo", que teve a tiragem de mais de cinqüenta mil exemplares.

Para os jovens, preparou e editou "Conselhos e admoestações". Valorizando muito os sacramentos, especialmente o da eucaristia, iniciou na arquidiocese de Lwow a prática da primeira comunhão comunitária para as crianças. Foi também o grande propagador de lembranças da primeira comunhão e do sacramento da crisma. Padre Sigismundo nunca excluiu ninguém de sua ação de caridade, dedicando-se, especialmente, aos marginalizados pela sociedade e aos doentes vítimas de cólera.

Em 1877, padre Sigismundo iniciou suas atividades sacerdotais e beneficentes em Lwow, e como vigário assumiu o trabalho de catequista em várias escolas, continuando, sempre, o seu trabalho de editor e redator. Preparou e editou "Princípios e normas de boa educação" para os pais e educadores. Publicou, também, muitos artigos, principalmente pastorais, sociais e pedagógicos. Criou a "Sociedade Bom Pastor", para auxiliar os sacerdotes, e fundou a Casa de Trabalho Benévolo, para os mendigos. Como consta nos relatórios dessa Casa, "muitos pobres abandonaram a mendicância e, recuperando a sua dignidade, voltaram à vida decente".

O abrigo para incuráveis e convalescentes foi uma obra de misericórdia cristã em resposta às necessidades de pessoas sofredoras e doentes, vítimas de uma lei do governo que obrigava os enfermos a abandonarem o hospital após seis semanas de internação, independentemente do estado de saúde. Escreveram na época: "Quando ninguém soube acolher os infelizes e doentes desenganados... ele pensou em construir um abrigo aos infelizes".

Não se pode esquecer do "Instituto Menino Jesus" para as mães solteiras e as crianças abandonadas. Atuou, ainda, na Sociedade de Santa Salomé, auxiliando as viúvas pobres com seus filhos, e também na Sociedade das Costureiras Pobres. Foi co-fundador da Associação das Sociedades Beneficentes na Galícia, que coordenava e dirigia todas as obras cristãs de misericórdia. 



sexta-feira, 25 de junho de 2010

Charge

Santo do dia

São Máximo de Turim

Máximo nasceu depois da metade do século IV, na região do Piemonte, na Itália. Não se sabe muito sobre sua vida, mas seu legado está entre os mais importantes da Igreja.

Era discípulo de dois grandes santos: Eusébio de Vercelli e Ambrósio de Milão, sob a orientação de ambos fundou a diocese de Turim, da qual foi nomeado o primeiro bispo.

Deixou obras literárias muito respeitadas, como o livro que reuniu seus numerosos "sermões e homilias", um total de oitenta e nove. Seu estilo claro, persuasivo e de uma refinada e sutil ironia, exortava os paroquianos a unirem-se para lutar contra o exército dos bárbaros pagãos que atormentavam os pacatos habitantes.

De personalidade firme e decidida, com caráter manso e benévolo, diante da invasão dos bárbaros chegou a propor aos seus fiéis, amedrontados pela aproximação do inimigo destruidor, empunhar as armas do jejum, da oração e da misericórdia para enfrentá-lo.

Aos medrosos e acovardados, que pensavam em abandonar a cidade, pregou que seriam injustos e pífios se abandonassem a mãe no perigo, pois a pátria é sempre uma doce mãe.

Entretanto, ao tratar dos temas da doutrina dogmática, a sua palavra era uma luz que aclarava imensamente os textos bíblicos, os quais interpretava com a mais perfeita ortodoxia. Venerado como um dos Padres da Igreja pela Igreja ocidental, documentos mais recentes revelam que ele teria convocado o Concílio de Turim, na condição de primeiro bispo daquela diocese, em 398.

Morreu no ano 423, na sua querida diocese. Segundo antiga tradição local, suas relíquias ficaram escondidas por muitos séculos. Depois, perderam-se durante as várias invasões dos bárbaros e pela ação dos hereges iconoclastas no início do século IX. Finalmente, alguns poucos fragmentos dessas relíquias foram encontrados no século XVII e são conservados na catedral de Turim.

O bispo Máximo tinha uma particular veneração por são João Batista, cuja devoção incutiu aos fiéis que elegeram aquele santo como padroeiro de Turim. Por esse motivo, a Igreja marcou a festa litúrgica de são Máximo de Turim para 25 de junho, um dia após a celebração da Natividade de são João Batista.