terça-feira, 6 de julho de 2010

FIQUEMOS DE OLHO !!

Neste período do pleito eleitoral, quando se dá o registro  das candidaturas e oficialmente se conhecem os aspirantes aos cargos políticos, tomamos conhecimento do quantum que será gasto pelos candidatos (partidos/coligações) para serem eleitos. É assustador, assombroso mesmo as cifras que envolvem as campanhas. Em nível nacional nem se fala, mas por aqui, em nosso pobre estado, também não é diferente.

Fiquemos de olhos abertos porque a pergunta que se impõe é a seguinte: Estes candidatos estão comprometidos com quem? Com o povo e suas promessas? Ou com os interesses de seus patrocinadores (doadores)? Nestas horas, vemos o quanto é difícil um pobre exercer um cargo eletivo...

Candidato que muito gasta, suspeito é...


 20,2 MILHÕES PARA SENADORES

Garibaldi Filho(PMDB) – R$ 6 milhões

José Agripino(DEM) – R$ 6 milhões

Wilma de Faria(PSB) – R$ 3,6 milhões

Hugo Manso(PT) – R$ 3,6 milhões

Sávio Hackradt(PCdoB) – 1 milhão

VAMOS PARA O QUE INTERESSA !


Começou o que realmente interessa..., pelo menos é o que deveria ser. Começou oficialmente a campanha eleitoral e todos os candidatos já podem até fazer comícios ! (propaganda eleitoral). Inclusive a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão começa no dia 17 de agosto e termina no dia 30 de setembro. Mas por aqui, em terras Potiguares, vocês já sabem quem são os candidatos, pelo menos para Governador(a)?  Então vejamos:


Coligação “Coragem pra Mudar” (PDT e PC do B)
Governador: Carlos Eduardo
Vice: Álvaro Dias

Coligação “A Força da União” (DEM, PSDB, PMN, PSC, PSL, PTN, PRP)
Governadora: Rosalba Ciarlini
Vice: Robinson Faria

Coligação “Vitória do Povo”
PSB, PT, PPS, PTB
Governador: Iberê Ferreira
Vice: Vagner Araújo

PSOL
Governador: Sandro Pimentel
Vice: Luciano Falcão

PSTU
Governadora: Simone Dutra
Vice: José Mendes

PRTB
Governador: Bartô Moreira

PTC
Governador: Roberto Ronconi


charges

PRÓXIMO TÉCNICO

SANTO DO DIA


Maria Teresa Ledochowska
Maria Teresa Ledochowska nasceu no dia 29 de abril de 1863, na Áustria. Os pais eram personalidades ilustres e pertenciam à nobreza cristã polonesa, freqüentando várias cortes da Europa. A irmã mais nova, Úrsula, anos mais tarde, também fundou uma congregação e depois foi canonizada pela Igreja. Outro seu irmão, o padre Vladimir, foi o vigésimo sexto diretor geral da Companhia de Jesus.

Maria Teresa tornou-se uma requintada fidalga, muito culta e fluente em vários idiomas. Aos vinte e dois anos, era dama de honra da grã duquesa da Toscana, que tinha residência na corte austríaca e não dispensava sua presença alegre e brilhante. Apesar de conviver nesse ambiente de luxo e cheio de frivolidades, ela possuía princípios morais e cristãos íntegros. Dedicava grande parte do seu tempo à caridade, ajudando especialmente os pobres.

EVANGELHO DO DIA

Ano C - Dia: 06/07/2010
 



Ser missionário faz parte da identidade cristã


Mt 9,32-38


Quando eles foram embora, algumas pessoas levaram a Jesus um homem que não podia falar porque estava dominado por um demônio. Logo que o demônio foi expulso, o homem começou a falar. Todos ficaram admirados e afirmavam:
- Nunca vimos em Israel uma coisa assim!
Mas os fariseus diziam:
- O chefe dos demônios é quem dá a esse homem poder para expulsar demônios.
Jesus andava visitando todas as cidades e povoados. Ele ensinava nas sinagogas, anunciava a boa notícia sobre o Reino e curava todo tipo de enfermidades e doenças graves das pessoas. Quando Jesus viu a multidão, ficou com muita pena daquela gente porque eles estavam aflitos e abandonados, como ovelhas sem pastor. Então disse aos discípulos:
- A colheita é grande mesmo, mas os trabalhadores são poucos. Peçam ao dono da plantação que mande mais trabalhadores para fazerem a colheita. 
Comentário do Evangelho

Jesus prossegue seu ministério libertador
Com uma breve narrativa inicial de exorcismo e cura de um possesso mudo, réplica resumida da narrativa em 12,22-32, Mateus completa a coletânea de dez milagres (caps. 8 e 9), com a qual ele prepara o discurso apostólico que se segue (cap. 10). As narrativas de milagres revelam a prática libertadora e vivificante de Jesus. A cura do possesso suscita um violento conflito com os fariseus. O poder institucional escandaliza-se com a prática de Jesus e procura difamá-lo e desacreditá-lo. A seguir, temos o sumário do andamento da obra missionária. É o prelúdio do discurso
apostólico. Ele compreende três observações sobre desenvolvimento do ministério de Jesus: Jesus prossegue seu ministério libertador; as multidões continuam a acompanhá-lo; a tarefa é enorme. Jesus, desde o início, ao chamar discípulos mais próximos a si, já tinha o propósito de integrá-los e partilhar com eles este seu ministério. 
Autor : José Raimundo Oliva
fonte:paulinas.org

segunda-feira, 5 de julho de 2010

NOTA DE AGRADECIMENTO

No dia 13 de junho a Festa das Pastorais foi um sucesso total. A organização perfeita ajudou bastante ade  criar um ambiente de fé e de fraternidade sem igual. Eu queria agradecer de todo coração, a particapação de todos os fiéis que de perto ou de longe colaboraram para abrilhantar esse encontro sem igual, com a presença de pelo menos 1.300 pessoas de nossa paróquia.

Cada participante sentiu o valor e a beleza do fermento de Jesus na massa. É bom sentir que na família paroquial ninguém trabalha só e que vale a pena dar uma parcela de seu tempo e de sua competência para construir o Reino.

Obrigado pelo testemunho de vida comunitária apresentado nesta data. Feliz do padre que acompanha uma comunidade chamada Santa Maria Mãe.


Pe. Thiago Theisen

PARTIDA !


Deu no Semeando - informativo da PASCOM - Paróquia Santa Maria Mãe

NOTA DO EDITOR

Ao longo dos treze anos de criação da Pastoral da Comunicação (PASCOM) - a partir do Programa "A Voz Cristã da Zona Norte" - as ações na pastoral eram realizadas levando-se em consideração todo um planejamento anual, que norteava as ações de comunicação na Paróquia Santa Maria Mãe. Desta forma, as áreas de comunicação impressa (informativo), comunicação radiofônica (programas de rádios) e da equipe de eventos (festival de música, tríduo de comunicação, etc.) atuavam harmonicamente, ou seja, cada um realizando seu trabalho, mas sem perder a unidade de grupo.

Atualmente as ações de comunicação na PASCOM estão sendo realizadas sem planejamento e desconectadas, a partir de orientações autoritárias e centralizadoras. Por não concordar com essa situação e depois de todas as tentativas de conciliação serefam esgotadas, por meio de diversas reuniões com a coordenação da PASCOM, o casal Israel Lucas e Cristina Fagundes, que durante todo essse tempo realizou um trabalho profissional voluntário, está saindo da PASCOM e de todas as atividades de comunicação da paróquia, inclusive, da editoria deste informativo. Aos leitores, patrocinadores, correspondentes, colaboradores, o nosso muito obrigado pela valiosa colaboração de cada um.

Israel Lucas de Souza - Jornalista Profissional, DRT/RN 1004

RESISTÊNCIA À MODA?

 Não me lembro muito bem o dia em que estive na Cidade Alta, mas sei que foi num fim de semana desses, literalmente num sábado. Assim sendo, fui a um encontro o qual acontecia uma vez por mês, no último sábado à tarde, no espaço cultural Bazarte (hoje extinto, por fazer parte de mandato de vereador, o qual, já não o pertence mais, graças a Deus) que ficava na rua Princesa Isabel. 

 Qual não foi a minha surpresa, quando cheguei ao calçadão da rua João Pessoa, no centro da Cidade Alta, deparo-me com um deserto de rua, digno de feriadão. Justamente como acontece nas grandes cidades do mundo, acima de tudo brasileira. Só que, não se tratava de nenhum feriado, era simplesmente uma rotina peculiar da minha cidade, sobre a qual eu não estava muito a par, após passar algum tempo ausente. Estávamos em dias de trivialidades eternas de cidades movidas pelo capital, com exceção da polis natalense que apesar de rimar com ele, (o capital) simplesmente não o cultua com o mesmo poder e ambição das demais metrópoles do mundo modernamente capitalista. 

            A Cidade Alta é um paraíso de cidade, digo isso, porque vivi dez anos em São Paulo e morei três meses no Rio de Janeiro. Todavia, se ela não entrar na onda dos “shoppings” da vida, vai terminar se transformando numa autêntica Ribeira e, dentre em breve, estarão a propagandear o novo slogan: “Revitalização da Cidade Alta”. 

            Afinal, pelo muito que se fez e se tem feito ou se faça pela Ribeira, afirmo que em nada mudará a cara ou a situação do centenário bairro. Que alarguem as suas ruas, que façam pavimentação ou drenem, ou construam mil pontes sobre o Potengi ligando-a à Zona Norte, ou que coloquem em cada esquina um shopping center, ainda assim ele (o Bairro) jamais deixará de ser a Ribeira. Porque a Ribeira foi o que foi e só é e será o que é pelo que está nos registros, através das fotografias, dos quadros belíssimos do pintor Pedro Grilo Neto, das crônicas e das histórias contadas por Câmara Cascudo, mormente nas brigas entre xareleiros e canguleiros. Aqui sim, é onde reside e irá residir a verdadeira Ribeira. 

          Se andar na Cidade Alta, em Natal, não se compara, nem de longe, se andar em qualquer subúrbio de São Paulo. Eis que, por aqui, em Natal, as ruas são vazias de camelôs e as poucas gentes que transitam, caminham numa paciência interminável de Jó, e até mesmo nos horários mais críticos está longe, muitíssimo distante desta (cidade) se comparar a Bangu, subúrbio do Rio de Janeiro, insuportável de caminhar ao sábado de manhã à tarde, isto é, lá pelos idos da década de oitenta.

          Aqui, sábado, à tarde, é hora de se lavar as lojas e as calçadas, e de se arrumar as coisas, os troços - como dizemos nós por aqui -, onde não se vendem nem se compram absolutamente nada.

          Natal se faz tão pacata, quanto o grande centro financeiro paulista, em sua avenida mais paulista de todas, em pleno período de feriadão. A Cidade Alta tem a cara da sua irmã centenária, a Ribeira; talvez, seja porque eles (bairros) ainda não aderiram à moda dos “shoppings” da vida, ou senão se achem, acredito, demasiadamente velhos para fazerem uma boa plástica, em colocarem um siliconezinho aqui, um botoxinho  ali, ou, uma lipozinha acolá?

Natal, 29 abr. 02

M. C. Garcia é Poeta e Filósofo