Governadora Rosalba Ciarline na festa em em homenagem à padroeira, Nossa Senhora da Candelária, no bairro da Candelária.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
ELES VALEM O QUE PAGAMOS ?
Alguns vereadores de Natal/RN. Realmente eles ganham pouquinho...
O salário de um parlamentar (vereador) do município de Natal/RN era de R$ 9.288,04 até o ano passado. Nada mal, levando-se em consideração o que ganha um trabalhador, natalense, brasileiro que vive com um mísero salário sem privilégios. Mas não contentes com o "baixo salário", os nossos vereadores aprovaram o próprio reajuste de suas remunerações para a bagatela de R$ 15.018,75 (quinze mil, dezoito reais e setenta e cinco centavos). Nada mal !! Viva o político brasileiro !
Graças a Deus e a Democracia, as instituições funcionam e o que sabemos é que o Ministério Público Estadual impetrou Ação Civil Pública para impedir/suspender este reajuste...
Que Deus ajude estes Promotores para o bem do povo, vez que os nossos "representantes"...
Vereador Edivan Martins, presidente na Câmara Municipal.
Pelo sorriso se percebe a tristeza com este reajuste...
Ao povo só resta dizer: Valeu o boi !!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
"Votar em corrupto é votar na morte"
Bispo que rejeitou homenagem do Congresso lidera movimento para atrelar o reajuste dos parlamentares ao aumento do salário mínimo
INDIGNAÇÃO
Dom Edmilson diz que o brasileiro já
Dom Edmilson diz que o brasileiro já
não suporta tanto desrespeito
Os políticos costumam ser generosos quando seus salários são o assunto. Não há crise ou urgência de corte de gastos públicos que os constranjam.
Cada deputado federal passou a custar R$ 1,4 milhão anuais para o contribuinte.
Invariavelmente, eles reajustam seus ganhos bem acima do patamar conseguido a duras penas pelos trabalhadores brasileiros. O último aumento auto-concedido pelos congressistas foi de nada menos que 61%, o que, considerando salários e benefícios, elevou para R$ 2 milhões o custo anual de cada um dos 81 senadores.
Mas este agrado ao próprio bolso, acertado com rapidez no final do ano passado, acabou provocando um movimento que se espalha pelo País: a defesa de uma lei que atrele o reajuste salarial dos parlamentares ao do salário mínimo e das aposentadorias.
"O Congresso não tem ninguém do porte
de um Nelson Mandela, que baixou em
50% o valor de seus honorários”
de um Nelson Mandela, que baixou em
50% o valor de seus honorários”
No centro da articulação por esta nova lei está o bispo emérito de Limoeiro do Norte, no Ceará,dom manuel Edmilson da Cruz. Ele vem recebendo e-mails de todo o País incentivando-o a assumir a liderança de uma campanha destinada a controlar o apetite dos parlamentares. Dom Edmilson, aos 86 anos, foi o responsável pela reação direta ao último aumento abusivo.
Ele tinha sido convidado ao Senado, em dezembro, para receber a comenda dos Direitos Humanos Dom Helder Câmara, por sua luta em favor dos menos favorecidos do Nordeste. Da própria tribuna do Senado, no entanto, recusou a condecoração e deu um sermão nos parlamentares: “Isso (o aumento de 61%) é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão, à cidadã contribuinte”, disse dom Edmilson. “A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi dom Helder Câmara.
Desfigura-a.” Com quase 50 anos como bispo e acostumado a enfrentar os poderosos do Nordeste – inclusive criticando frente a frente generais que pontificavam na época da ditadura militar –, ele afirma que o “representante do povo” que votou a favor do aumento não é digno de tal função. “Isso não é um parlamentar, é ‘para lamentar’.”
Leia a entrevista AQUI
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
ARTICULADORA DA PASTORAL DA JUVENTUDE
Leandra Melo, articuladora da pastoral da juventude da paróquia e
Coordenadora do Grupo Luz do Mundo
É como muita alegria que este BLOG GLM recebe a informação que a nossa Coordenadora, Leandra Melo, foi escolhida pelo nosso Pároco para ser a a articuladora da pastoral da juventude da paróquia de Santa Maria Mãe.
Sábia escolha de nosso padre; reconhecimento do valor de uma jovem compromissada e dedicada. De certa forma, premia, através dos talentos dela, a caminhada do Grupo Luz do Mundo, o grupo religioso ou de jovens mais antigo da Paróquia, quiçá, da Arquidiocese de Natal/RN.
Parabéns Leandra, nossa Coordenadora, que Deus te ilumine em mais uma missão !
Natal está com queloide
Manchete da Tribuna do Norte de hoje (02/02/2011) : Micarla antecipa volta, após vice admitir desgaste. A gente espera que a Prefeita, bem de saúde, consiga dar uma reviravolta em sua administração para o bem do povo.
A notícia da volta ao "batente" da chefe do executivo municipal é uma boa oportunidade para revisitar artigo de nosso colunista Antônico Carlos publicado há mais de um ano. Infelizmente, o texto de nosso colunista ainda é muito atual.
Nos últimos tempos, trafegando pelas ruas de nossa cidade, veio-me a lembrança de um fato pitoresco acontecido no início da minha adolescência.
Minha casa em reforma, mestre pedreiro necessitando de novo servente, pois o primeiro havia desistido...; então, para não ter mais “dor de cabeça” e “economizar”, sobrou a vaga para mim e meu irmão – em plenas férias de final de ano!
“Será divertido”, pensei num primeiro momento. Não foi. E, pior, em via média de execução da obra – o contra-piso do quarto –, aconteceu um acidente comigo.
Eu vinha com o carrinho de mão em “alta velocidade” – para ter o mínimo de emoção naquele marasmo –; saí do quarto, entrei pela cozinha, cheguei à área de serviço, mirei a tábua que ligava-a ao quintal (uma altura de uns trinta centímetros do chão), errei... Como vinha rapidamente, o para-choque do carrinho tocou o solo ao lado da tábua, que serviu de base para a alavanca que uma das duas hastes de segurar o carrinho se tornou. Ela entrou quase embaixo de minha axila direita, levantando-me do chão e jogando-me a quase três metros. Caí. Susto grande. Nenhum arranhão. “Ufa!”, pensei equivocadamente de novo; havia um ferimento que, com certeza seria alvo de ponto, bem perto da axila, que não me deixava nem levantar o braço. Solicitamente, minha vizinha fez um curativo e o ferimento, dali a dois meses, estava sarado, mas...
Isso mesmo: QUELOIDE. O local da lesão ficou “desnivelado” em relação à pele em seu entorno, mesmo com o ferimento já sarado. Para quem não sabe direito o que é, é uma espécie de pele sobre a pele; funcionalmente não influi em nada, porém esteticamente...
Atualizemos o contexto que me inspirou a escrever. Percorro muito nossa cidade – em todas as suas zonas. E, ultimamente, boa parte das ruas de leste a oeste, de norte a sul da capital potiguar está com aparência de queloide.
A prefeitura teve o bom senso e a hombridade de se preocupar em realizar obras de drenagem e/ou saneamento, todavia, para variar, ou não fiscaliza o feito ou quem fiscaliza é incompetente. Ruas e avenidas por onde eu trafegava com prazer, pois parecia até uma superfície de porcelanato (desculpe-me a hipérbole), agora é alvo de minha indignação. Piso irregular, ora com buracos, ora aparentando as famosas “costelas de vaca”, comuns em estradas de pissarro (pissarra segundo o Aurélio), sempre tirando ou abalando nossa paciência.
Já escutei frases do tipo – as quais não acho impossível de se tornarem ou serem verídicas: “Se está assim por cima, ‘avalie’ como está por baixo”; “Dinheiro jogado fora: se nem souberam cobrir, imagine o que vai haver de vazamentos embaixo”.
Pois é... Fiquei com dois lados nesse absurdo: a lembrança dolorida e a indignação de saber que a cidade em que nasci e assisto, não está tendo o tratamento que lhe é merecido.
A queloide normal – no corpo humano – não gera problemas funcionais, apenas estéticos; já a queloide provocada pela má conduta da administração pública gera tanto um como outro. Talvez tenhamos que chamar um cirurgião plástico para aconselhar a secretaria municipal responsável por essa vergonha ou um marceneiro para envernizar a cara de pau daqueles que dizem que isso “é um mal necessário”.
Minha casa em reforma, mestre pedreiro necessitando de novo servente, pois o primeiro havia desistido...; então, para não ter mais “dor de cabeça” e “economizar”, sobrou a vaga para mim e meu irmão – em plenas férias de final de ano!
“Será divertido”, pensei num primeiro momento. Não foi. E, pior, em via média de execução da obra – o contra-piso do quarto –, aconteceu um acidente comigo.
Eu vinha com o carrinho de mão em “alta velocidade” – para ter o mínimo de emoção naquele marasmo –; saí do quarto, entrei pela cozinha, cheguei à área de serviço, mirei a tábua que ligava-a ao quintal (uma altura de uns trinta centímetros do chão), errei... Como vinha rapidamente, o para-choque do carrinho tocou o solo ao lado da tábua, que serviu de base para a alavanca que uma das duas hastes de segurar o carrinho se tornou. Ela entrou quase embaixo de minha axila direita, levantando-me do chão e jogando-me a quase três metros. Caí. Susto grande. Nenhum arranhão. “Ufa!”, pensei equivocadamente de novo; havia um ferimento que, com certeza seria alvo de ponto, bem perto da axila, que não me deixava nem levantar o braço. Solicitamente, minha vizinha fez um curativo e o ferimento, dali a dois meses, estava sarado, mas...
Isso mesmo: QUELOIDE. O local da lesão ficou “desnivelado” em relação à pele em seu entorno, mesmo com o ferimento já sarado. Para quem não sabe direito o que é, é uma espécie de pele sobre a pele; funcionalmente não influi em nada, porém esteticamente...
Atualizemos o contexto que me inspirou a escrever. Percorro muito nossa cidade – em todas as suas zonas. E, ultimamente, boa parte das ruas de leste a oeste, de norte a sul da capital potiguar está com aparência de queloide.
A prefeitura teve o bom senso e a hombridade de se preocupar em realizar obras de drenagem e/ou saneamento, todavia, para variar, ou não fiscaliza o feito ou quem fiscaliza é incompetente. Ruas e avenidas por onde eu trafegava com prazer, pois parecia até uma superfície de porcelanato (desculpe-me a hipérbole), agora é alvo de minha indignação. Piso irregular, ora com buracos, ora aparentando as famosas “costelas de vaca”, comuns em estradas de pissarro (pissarra segundo o Aurélio), sempre tirando ou abalando nossa paciência.
Já escutei frases do tipo – as quais não acho impossível de se tornarem ou serem verídicas: “Se está assim por cima, ‘avalie’ como está por baixo”; “Dinheiro jogado fora: se nem souberam cobrir, imagine o que vai haver de vazamentos embaixo”.
Pois é... Fiquei com dois lados nesse absurdo: a lembrança dolorida e a indignação de saber que a cidade em que nasci e assisto, não está tendo o tratamento que lhe é merecido.
A queloide normal – no corpo humano – não gera problemas funcionais, apenas estéticos; já a queloide provocada pela má conduta da administração pública gera tanto um como outro. Talvez tenhamos que chamar um cirurgião plástico para aconselhar a secretaria municipal responsável por essa vergonha ou um marceneiro para envernizar a cara de pau daqueles que dizem que isso “é um mal necessário”.
Sem mais para o momento, mas muito para daqui a pouco...
Um abraço fraterno a todos!
Antonio Carlos Galvão Júnior
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Setor Juventude convoca assembleia
Pe. Murilo, coordenador do Setor da Juventude da Arquidiocese de Natal/RN
O Setor Juventude, da Arquidiocese de Natal, realizará assembleia anual, de 18 a 20 de fevereiro, no Centro Pastoral Pe. João Correia de Aquino, em Parnamirim. A convocação é feita pelo coordenador do Setor, Pe. Antônio Murilo de Paiva. Ele afirma que um dos principais assuntos da assembleia é a Jornada Mundial da Juventude e o tema do evento: “Enraizados e Edificados em Cristo, firmes na fé”.
Para a assembleia, o Pe. Murilo está convocando dois jovens de cada paróquia; os coordenadores e dois assessores das pastorais da juventude: PJMP, PJ, PJR e PJE; dois representantes de cada comunidade de Vida e Aliança; dois dos centros juvenis e congregações religiosas; os padres, religiosos e leigos responsáveis pela juventude, nos zonais; o Arcebispo, o vigário geral, o coordenador de pastoral e os responsáveis pelo Setor Juventude, da Arquidiocese.
O local do encontro, o Centro Pastoral Pe. João Correia de Aquino, fica no bairro Cohabinal, no lado direito da BR que atravessa a cidade de Parnamirim, no sentido de que sai de Natal para João Pessoa.
Para a assembleia, o Pe. Murilo está convocando dois jovens de cada paróquia; os coordenadores e dois assessores das pastorais da juventude: PJMP, PJ, PJR e PJE; dois representantes de cada comunidade de Vida e Aliança; dois dos centros juvenis e congregações religiosas; os padres, religiosos e leigos responsáveis pela juventude, nos zonais; o Arcebispo, o vigário geral, o coordenador de pastoral e os responsáveis pelo Setor Juventude, da Arquidiocese.
O local do encontro, o Centro Pastoral Pe. João Correia de Aquino, fica no bairro Cohabinal, no lado direito da BR que atravessa a cidade de Parnamirim, no sentido de que sai de Natal para João Pessoa.
S.O.S RIO
O Grupo de Jovens Elo's da Comunidade de Igapó está arrecadando donativos para as vítimas das recentes chuvas na região serrana do Rio de Janeiro e sua contribuição é fundamental. Todo o tipo de ajuda será válida, porém, existe uma carência maior nos seguintes itens:
Água Mineral, Leite em Pó, Colchões , Materiais de limpeza doméstica, Kit de Higiene Pessoal (Sabonete, Escova e Creme Dental e etc.), Fraldas descartáveis.
Você poderá entregar o material nos postos de coleta: Academia Street Garra (Igapó), Casa Pastoral Santa Cruz e /ou Capela Santa Cruz (Durante e Após a Missa) ou se preferir pode fazer uma pequena campanha com os seus vizinhos e entrar em contato com Neuzy Silva que providenciará a coleta do material arrecadado! A campanha ficará aberta até o dia 12/02/2011
“Amarás ao teu próximo como a ti mesmo “(MT 22)
FEVEREIRO SEM CARNAVAL
Janeiro finda, abre-se fevereiro. Mês do carnaval, festa que, neste ano, será adiada para março. O início de fevereiro, entretanto, marca o retorno das atividades nos poderes legislativo e judiciário, ao passo que o executivo já conta com 30 dias de agitação febril e de disputas de bastidores. Com seus salários engordados em mais de 60%, os políticos voltam a ocupar o cenário do Planalto Central.
Em pauta, assuntos prementes nas três casas: Congresso Nacional, Tribunal Superior e Palácio do Planalto. Determinados temas são espinhosos, alguns absolutamente inadiáveis e outros recheados de ideologia e moralismo. Por onde começar? É com esta pergunta na garupa que poderíamos galopar com maior aceleração para um sistema democrático mais aberto e participativo.
O instrumento privilegiado, neste caso, é a consulta direta à população. No final da década de 1990 e início da década de 2010, um conjunto de movimentos populares, organizações não governamentais e pastorais sociais promoveram vários plebiscitos: sobre a questão da dívida externa, sobre a aprovação ou não da Alca, sobre a privatização da Vale do Rio Doce. Tais iniciativas resultavam da reflexão acumulada pelo processo das quatro Semanas Sociais Brasileiras (SSB), o qual, desencadeado no começo dos anos 90, acabou entrado pela década seguinte.
Pe. Alfredo J. Gonçalves
Assessor das Pastorais Sociais.
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