quinta-feira, 25 de agosto de 2011

SAUDADE !

A novela das nove da famosa tevê nacional terminou e não deixará saudades. Exceção: as inserções da música ECO do cantor uruguaio Jorge Drexler, uma verdadeira poesia...

Apreciem sem moderação !





Arquidiocese estreará telejornal




A Arquidiocese de Natal apresentará um noticiário, na TV Potiguar, afiliada da TV Século 21, canal 3, da TV a Cabo Natal. O “Jornal da Arquidiocese” será apresentado às sextas-feiras, das 13 às 13h30. A estreia está prevista para o dia 2 de setembro. O programa será dividido em três blocos e constará de notícias, reportagens, entrevistas e destaque para as pastorais.


A produção e apresentação do programa serão de uma equipe da Pastoral da Comunicação, formada pela coordenação arquidiocesana e alguns agentes paroquiais.

FONTE: Arquidiocese de Natal



O mundo à beira do caos


A crise do capitalismo é tão profunda que até os líderes dos EUA e da União Europeia e os ideólogos do neoliberalismo assumem essa realidade. Estão alarmados por não enxergarem uma solução que possa deter a corrida para o abismo. Esforçam-se sem êxito para que apareça luz no fim do túnel.

Apesar das contradições existentes, os EUA e as grandes potências da União Europeia puseram fim às guerras interimperialistas - como a de 1914-18 e a de 1939-45 – substituindo-as por um imperialismo colectivo, sob a hegemonia norte-americana, que as desloca para países do chamado Terceiro Mundo submetidos ao saque dos seus recursos naturais.

Mas a evolução da conjuntura mundial demonstra também com clareza que a crise do capital não pode ser resolvida no quadro de uma «transnacionalizao global», tese defendida por Toni Negri e Hardt no seu polémico livro em que negam o imperialismo tal como o definiu Lenine. Entre os EUA e a União Europeia (e os países emergentes da Ásia e da América Latina) existe um abismo histórico que não foi nem pode ser eliminado em tempo previsível.

A crescente internacionalização da gestão não desemboca automaticamente na globalização da propriedade. O Estado transnacional, a que aspiram uma ONU instrumentalizada, o FMI, o Banco Mundial e a OMC é ainda uma aspiração distante do sistema de poder.



Miguel Urbano Rodrigues
Jornalista e escritor português - Adital


NO TÚNEL DO TEMPO !

O tempo voa! O tempo passa muito rápido mesmo. No último domingo (21/08/2011) fez um ano do último evento social  promovido pelo GRUPO LUZ DO MUNDO em nossa comunidade. O nosso grupo tem (tinha) o carisma do serviço, da missão, da abordagem dos temos importantes de nossa comunidade, da promoção da dignidade da pessoa humana.

A falta de tempo, a agenda atribulada - festas e festas - abafam a vida comunitária de nosso grupo (capela). Perdemos um pouco a identidade. Estamos sempre a esperar as decisões da Matriz, da Assembleia etc...  Mas a esperança nunca morre. 

Grupo Luz do Mundo, " Força e muita perseverança pra continuar nesta caminhada! (Flávio Lopes)





O Grupo Luz do Mundo no último sábado (21/08/2010) realizou o III DEBATE DOS CANDIDATOS AO CONSELHO COMUNITÁRIO DO PANATIS num esforço de proporcionar à comunidade a oportunidade rara de conhecer os concorrentes ao cargo de líder comunitário do Conjunto Panatis.

Tudo organizado, ambiente devidamente preparado, candidatos e chapas com muita antecedência confirmadas, o debate desenrolou, na maior parte do tempo, num espírito de civilidade, camaradagem, onde reinou o confronto de idéias e propostas de soluções para os problemas do bairro. Uma tônica foi revelada no debate: O maior desafio do próximo lider comunitário será a mobilização dos acomodados e descrentes moradores do Panatis.

As eleições deste ano, três são os concorrentes: A atual presidente Luduvina Costa, candidata a reeleição, o funcionário público Fernando Bandeira e a dona de casa Sra. Francisca Felizardo. Com exceção da Sra. Francisca Felizardo, acometida de séria doença que a impossilitou comparecer, os demais candidatos se fizeram presentes e democraticamente atenderam ao chamado; apresentaram propostas, responderam perguntas dos integrantes do Grupo Luz do Mundo, e também dos moradores do bairro presentes ao evento.

A nota triste, foi a baixa participação popular. Pelo menos dois mil católicos moradores e frequentadores das missas no Panatis foram avisados do evento, mas, mesmo assim, a presença foi diminuta, frustrante mesmo. O morador, católico, Sr. Otavio, tomou a palavra e disse: " Já dizia Gandhi: minha devoção à verdade empurrou-me para a política; e posso dizer, sem a mínima hesitação, e também com toda a humildade que não entendem nada de religião aqueles que afirmam que ela nada tem a ver com a política.”

As eleições do Conselho Comunitário do Panatis realizar-se-ão no dia 05 de setembro de 2010. Felicidades ao(à) eleito(a) e votos que o povo também participe ativamente da nova administração.


IMAGEM É TUDO !


FONTE: Tribunal do Norte



RIR PARA NÃO CHORAR II


Sônia Abrão faz debate espiritual sobre doença de Gianecchini

Qual o limite de programas como o de Sônia Abrão na cobertura de casos como o da doença de Reynaldo Gianecchini?

O "A Tarde É Sua" (Rede TV!) desta quarta-feira (24) passou boa parte do tempo com uma sensitiva falando a respeito do câncer do ator.

 Em uma espécie de debate místico sobre o assunto, ela disse que a "tia morta de Giane voltou para ajudá-lo na cura do câncer" e que a doença do ator é "carmática". Ela diz que entrou em contato com a tia do galã. Em outro momento,  a sensitiva afirmou que ator será tratado no hospital do astral, por espíritos, para se livrar da doença.

Gianecchini permanece internado no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, para tratar um câncer linfático.

FONTE: BLOG OUTRO CANAL



terça-feira, 23 de agosto de 2011

Um pouco menos de hipocrisia


É primária a ideia de que o craqueiro pode decidir em sã consciência o melhor caminho para a sua vida. Por Drauzio Varella. Foto: Mauricio Lima/AFP

O uso de droga ilícita é como a moda: vem e passa. Em 1989, comecei um trabalho voluntário em presídios, que dura até hoje. No Carandiru, naquela época, a moda era injetar cocaína na veia. Os presos vinham pele e osso, com os olhos ictéricos e os braços marcados pelas agulhas e os abscessos causados por elas.

Naquele ano, colhemos amostras de sangue dos 1.492 detentos registrados no programa de visitas íntimas: 17,3% dos homens eram HIV-positivos e 60% estavam infectados pelo vírus da hepatite C.

A partir desses dados começamos um trabalho de prevenção que constava de palestras e vídeos educativos. Lembro que o diretor-geral tentou me convencer da inutilidade da iniciativa: “O senhor está sendo ingênuo. Quem injeta cocaína na veia é irrecuperável, não tem mais nada a perder”.

Estava errado, o resultado foi surpreendente: em 1992, a cocaína injetável foi varrida do mapa, fenômeno que se espalhou pelos outros presídios e pelos becos da periferia de São Paulo. A moda do baque na veia tinha chegado ao fim.

Não havia motivo para comemoração, no entanto: naquele ano, o crack invadiu o Carandiru. Para entender o que se passou é preciso conhecer um pouco da farmacologia da cocaína.

Quando inalada sob a forma de pó, a cocaína é absorvida através da mucosa nasal, penetra os vasos sanguíneos superficiais, cai na circulação e atinge o cérebro. O processo é relativamente lento, a euforia aumenta gradativamente, atinge o pico e diminui até desaparecer.

Injetada na veia, vai direto para o coração, depois para os pulmões, e volta para o coração, de onde será bombeada para o cérebro. O efeito é muito mais rápido e passageiro. A sensação é de um baque de prazer, daí o nome “baque na veia”, experiência muito mais intensa que a obtida por inalação.

Fumada na forma de crack, a droga chega ao cérebro mais depressa do que ao ser injetada na veia, porque não perde tempo na circulação venosa, cai direto no pulmão. Do cachimbo ao cérebro, leva de seis a dez segundos. O efeito é semelhante ao baque da injeção intravenosa, porém, ainda mais rápido e fugaz.

O crack substituiu o baque e se disseminou pela cadeia feito água morro abaixo. Quando um preso negava ser usuário, eu partia do princípio de que mentia. Devo ter cometido pouquíssimas injustiças.

Na segunda metade dos anos 1990, uma das facções que dominavam os presídios se sobrepôs às demais. Seus líderes rapidamente perceberam que os craqueiros criavam obstáculos para a ordem econômica que pretendiam implantar. A solução foi proibir o crack.- A lei é clara: fumou na cadeia, apanha de pau; vendeu, morre.

Ao chegar, o egresso da cracolândia dorme dois ou três dias consecutivos; só acorda para as refeições. Depois desse período, passa alguns dias um pouco agitado, mas aprende a viver sem crack.

A cocaína não é tão aditiva como muitos pensam, se o usuário não tiver acesso a ela ou aos locais onde a consumia ou até entrar em contato com companheiros sob o efeito dela, nada acontece. Ao contrário, a simples visão da droga faz disparar o coração, provoca cólicas intestinais, náuseas e desespero.

Quebrar essa sequência perversa de eventos neuroquímicos não é tão difícil: basta manter o usuário longe do crack.

Vale a pena chegar perto de uma cracolândia para entender como é primária a ideia de que o craqueiro pode decidir em sã consciência o melhor caminho para a sua vida. Com o crack ao alcance da mão, ele é um farrapo automatizado que não tem outro desejo senão conseguir a próxima pedra para o cachimbo.

Veja a hipocrisia: não podemos interná-lo contra a vontade, mas podemos mandá-lo para a cadeia assim que roubar o primeiro celular.

Não seria mais lógico construir clínicas pelo País inteiro com pessoal treinado para lidar com os dependentes? Não sairia mais em conta do que arcar com os custos materiais e sociais da epidemia?

É claro que não sou ingênuo a ponto de imaginar que ao sair desses centros de recuperação o ex-usuário se transformaria em cidadão exemplar. Mas ao menos haveria uma chance. Se continuas-se na sarjeta, que oportunidade teria?

E se, ao ter alta da clínica, recebesse acompanhamento ambulatorial, apoio psicológico e oferta de um trabalho decente desde que se mantivesse de cara limpa documentada por exames periódicos rigorosos, não aumentaria a probabilidade de ficar curado?

Países como a Suíça, que permitiam o uso livre de drogas em espaços públicos, abandonaram a prática ao perceber que a mortalidade aumenta. Nós convivemos com as cracolândias sem poder internar seus habitantes para tratá-los, mas exigimos que a polícia os prenda quando se comportam mal. Existe estratégia mais estúpida?

Na penitenciária feminina, onde eu trabalho hoje, atendo muitas ex-usuárias de crack. Quando lhes pergunto se são a favor da internação compulsória dos dependentes da cracolândia, todas respondem que sim. Nunca encontrei uma que sugerisse o contrário

Drauzio Varela - Carta Capital




      Olá povo de Deus, Paz e Bem para todos vocês. Posto aqui, as orientações para Crismandos e Padrinhos da Turma de Crisma 2011/2012 da Igreja São Marcos (Conjunto Panatis II). Qualquer dúvida estamos disponíveis para atendelos pelos nossos contatos que estão ao final do texto.
     

PARÓQUIA SANTA MARIA MÃE

IGREJA SÃO MARCOS / PASTORAL DE CATEQUESE

       O Sacramento do Crisma nos dá o Espírito Santo, imprime em nossa alma o caráter de soldados de Cristo. Portanto, nos faz perfeitos cristãos.
       O ritual do Crisma, que é ministrado somente pelo Bispo, dá-se um "tapa" na face do crismando para que saiba que deve estar pronto a sofrer todas as afrontas e todas as penas pela fé e amor de Jesus Cristo.

       O Bispo, então, unge a fronte do crismando com o óleo do Santo Crisma, preparado com óleo de oliveira misturado com bálsamo significando a abundância da graça que se difunde na alma do cristão para o confirmar na fé (daí o nome de Confirmação); e o bálsamo, que é aromático e preserva da corrupção, significa que o cristão fortificado por esta graça é capaz de difundir o bom aroma das virtudes cristãs, e de preservar-se da corrupção dos vícios.

       Como no batismo, no Sacramento do Crisma o crismando deverá ser assistido por um padrinho para que este lhe sirva de exemplo e com suas palavras oriente o crismado no caminho da salvação.

       O padrinho de Crisma contrai um parentesco espiritual com o crismado, portanto existe uma obrigação do padrinho em assistir seu afilhado em suas necessidades, principalmente espirituais. Entretanto, o quanto do tempo disponível deverá ser dispensado ao afilhado deverá ser tanto quanto o crismado necessitar, claro seguindo o bom senso.