sábado, 11 de abril de 2009

UMA BREVE AULA SOBRE O CALENDÁRIO LITÚRGICO

Em entrevista concedida ao Site Nominuto.com, o Monsenhor Lucas nos dá uma aula sucinta sobre o calendário litúrgico e a Semana Santa. Vale a pena conferir !

Monsenhor Lucas, Pároco da Paróquia de Mirassol

O que é a Semana Santa?
Dentro do calendário litúrgico, a Igreja Católica abre espaço de uma semana para celebrar de uma forma intensa os mistérios fundamentais da nossa fé: paixão, morte e ressurreição de Jesus. A Semana Santa começa domingo de Ramos e termina no domingo de Páscoa, sendo que os dias mais solenes são a quinta-feira, a sexta e o sábado santo.

A Semana se originou em 325 d.C, quando o célebre Concílio de Nicéia, patrocinado pelo imperador Constantino e regido pelo Papa Silvestre I, consolidou a doutrina da Igreja Católica, transformando-a em religião oficial do Império Romano. A partir de então, em Jerusalém, teve início a celebração do martírio de Cristo em três dias consecutivos.

Quais são as recomendações da Igreja Católica que ainda permanecem durante este período?
Durante 40 dias, a Igreja Católica se preparou, através da escuta da palavra, oração, jejum e esmolas. Agora, na Semana Santa, é indicado que as pessoas aproveitem para se aproximar mais do grande mistério da nossa salvação, que é a morte de Jesus na cruz e sua ressurreição.

Para isto, celebra a instituição da eucaristia na última ceia, que Jesus aproveitou para ficar presente no meio de nós e mandou que apóstolos fizessem o mesmo e passassem para seus sucessores.

Durante o ano, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira da Paixão, a Igreja manda que não se coma carne e diminua o alimento daquele dia. Tudo isso para evitar as proteínas e o jejum lhe dá mais possibilidade de se relacionar com Deus, sendo mais solidário com os que não tem o que comer.


As pessoas continuam seguindo as tradições da Igreja?

No tempo passado seguiam mais. Hoje com toda a influência da sociedade de consumo que oferece através da mídia e dos shoppings, o católico fica muito envolvido e muitos deixam se levar achando que é coisa do tempo moderno, e não cumprindo as ações do catolicismo.

Atualmente, somos 87% de católicos no Brasil, mas a tendência é diminuir em virtude do crescimento de movimentos religiosos. O que notamos é que há uma grande maioria de pessoas no Brasil que si diz católica. No entanto, a frequência na Igreja sempre foi minoria, em torno de 10%.

Qual o significado de comer pão e beber vinho?
O pão e o vinho foram os elementos usados pelo Senhor para poder ficar presente, abençoando o alimento que é sagrado, e ao mesmo tempo transformando o pão no seu corpo e ovinho no seu sangue.

O que é celebrado na 5ª-feira Santa?
Na quinta-feira santa celebramos o sacerdócio, instituímos o sacramento da eucaristia, valorizamos o serviço humilde, com o Lava Pés. Além disso, Deus deixou o mandamento do amor.

Qual o significado do Lava Pés?
É o gesto que Jesus fez na ceia de despedida, dando aos seus discípulos uma lição de serviço por parte daquele que, no grupo, tem a autoridade. É uma forma de você entender que deve ser humilde, servidor e perdoar as ofensas.



O que acontece no fim da Missa da Ceia do Senhor?

No fim da Missa, a Igreja promove procissão, chamada translado do santíssimo sacramento para o altar, onde fica em adoração pelos fiéis. As hóstias consagradas na Missa são guardadas num sacrário provisório, para serem distribuídas na 6ª-feira Santa.

Os sinos calam-se até à Vigília Pascal, retira-se a toalha do altar, e os fiéis deixam a igreja em silêncio como sinal de respeito, pois é à noite em que Jesus, em agonia no horto, é traído e preso pelos soldados, prenúncio dos acontecimentos da 6ª-feira Santa.

O que comemoramos na 6ª-feira Santa?
A partir do meio-dia e até às 15h, a Igreja celebra a agonia de Jesus, a sua morte e sepultura. A 6ª-feira Santa lembra a condenação, os maus-tratos, o caminho da cruz (Via-sacra), a crucificação, a morte e a sepultura que Jesus aceitou para nossa redenção. É dia de jejum e abstinência, de alguma tristeza e recolhimento, e é aconselhável guardar algum silêncio pelas três horas da tarde, hora da morte do Senhor.

O que é o Sábado Santo?
A Igreja celebra durante o dia, através do silêncio proposto, para lembrar a sepultura de Cristo. E a noite inicia-se uma grande Vigília Pascal, em que a Igreja fica, através de oração, celebração e rituais, aguardando a madrugada para celebrar festivamente a ressurreição. É um dia de silêncio e espera. Não se pode celebrar os sacramentos do Baptismo e do Matrimônio.

O que é a Vigília Pascal?
A Vigília Pascal consta de leituras da história de salvação, benção do fogo novo, benção da água (é a noite em que se passa das trevas para a luz e da morte para a vida), renovação das promessas batismais e a missa pascal. É a noite santa, "mãe de todas as santas vigílias", na qual a Igreja aguarda a Ressurreição de Cristo com expectativa vigilante e jubilosa.

O que a Igreja celebra no Domingo de Páscoa?
A partir da ressurreição de Cristo, na madrugada de domingo, os cristãos começam a guardar o domingo como dia santo, e não o sábado, como na lei antiga. Eles entendem que Jesus ressuscitou no domingo. Então, este primeiro dia é o dia do Senhor, é o dia da Páscoa.
Páscoa significa passar de uma situação de escravidão para uma de libertação e também passar da morte para a vida. A Páscoa é o triunfo de Cristo sobre a morte, que aparece vivo aos apóstolos e às santas mulheres. É fonte de júbilo e de esperança para os cristãos. Com a Páscoa inicia-se o Tempo Pascal.

Fonte: Site Nominuto.com

Convite


A celebração é no sábado à noite, é uma Vigília em honra ao Senhor, segundo uma antiquíssima tradição, (Ex. 12, 42), de maneira que os fiéis, seguindo a exortação do Evangelho (Lc. 12, 35 ss), tenham acesas as lâmpadas como os que aguardam a seu Senhor quando chega, para que, ao chegar, os encontre em vigília e os faça sentar em sua mesa.

Hoje ás 21h na capela de São Marcos no Panatis II será realizada a Vigília Pascal celebrada pelo nosso pároco Pe. Tiago.

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 11/04/2009



A ressurreição de Jesus
Mc 16,1-7

Depois que terminou o sábado, Maria Madalena, Salomé e Maria, a mãe de Tiago, compraram perfumes para perfumar o corpo de Jesus. No domingo, bem cedo, ao nascer do sol, elas foram ao túmulo. No caminho perguntavam umas às outras:
- Quem vai tirar para nós a pedra que fecha a entrada do túmulo?
Elas diziam isso porque a pedra era muito grande. Mas, quando olharam, viram que ela já havia sido tirada. Então elas entraram no túmulo e viram um moço vestido de branco sentado no lado direito. Elas ficaram muito assustadas, mas ele disse:
- Não se assustem! Sei que vocês estão procurando Jesus de Nazaré, que foi crucificado; mas ele não está aqui, pois já foi ressuscitado. Vejam o lugar onde ele foi posto. Agora vão e dêem este recado a Pedro e aos outros discípulos: "Ele vai adiante de vocês para a Galiléia. Lá vocês vão vê-lo, como ele mesmo disse."

Comentário do Evangelho

As primeiras testemunhas da Ressurreição

São as mulheres, mais espontâneas e desinibidas em demonstrar amor e carinho, as primeiras a testemunhar a ressurreição de Jesus. De início, pensam em embalsamar-lhe o corpo. Mas, enfim, com sensibilidade, percebem que Jesus, que manifestou tanto amor, é divino e eterno. O amor constrói a vida e o sentido da vida é amar. O amor vem de Deus e é eterno, e assim também a vida cheia de amor. Jesus, o nazareno, está vivo. É o mesmo Jesus histórico que, a partir da Galiléia, exerceu seu ministério de testemunhar a presença do Reino de Deus, reino do amor, no mundo. Aos discípulos é anunciado que deverão retomar este ministério, na Galiléia, e o próprio Jesus, agora acima da condição temporal e histórica, estará à frente deles.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sexta-feira, dia de ressurreição.


Os cristãos celebram a ressurreição no domingo de páscoa, uma só vez ao ano.
No Brasil, curiosamente, a ressurreição acontece todas as sextas-feiras. É a hora em que peões e operários terminam o trabalho estafante da semana. Ai se reúnem alegremente em grupos nos botequins e nos restaurantes populares para tomar a sua cerveja.

Tudo é sorriso e amabilidade. A faladeira é grande. Nas mesas as garrafas de cerveja se sucedem. E come-se coisa barata mas gostosa: asas de frango com farofa e molho à campanha; churrasquinho de carne com fritas. E no fim de tudo meio copo de cachaça. E a saideira demora de acontecer. São várias porque sempre há alguém que paga mais uma rodada.

Os rostos se transfiguram. Percebe-se pelos corpos gastos, pelas caras cansadas e pelas roupas surradas que são pessoas exploradas. Foram submetidas durante toda uma semana à dura faina da humilhante produção capitalista. Esta não valoriza a criatividade do trabalhador. O capitalismo não ama a pessoa, apenas sua força de trabalho, seus músculos, sua cabeça, sua habilidade e especialmente sua produtividade.

Mas a sexta-feira é o dia em que a vida dá o troco. Acontece a ressurreição...

Clique aqui e leia o resto do texto.


Leonardo Boff

Evangelho do dia

Ano B - Dia: 10/04/2009



Jesus é preso, condenado, crucificado
Jo 18,1-19,42

Depois de fazer essa oração, Jesus saiu com os discípulos e foi para o outro lado do riacho de Cedrom. Havia ali um jardim, onde Jesus entrou com eles. Judas, o traidor, conhecia aquele lugar porque Jesus tinha se reunido muitas vezes ali com os discípulos. Então Judas foi ao jardim com um grupo de soldados e alguns guardas do Templo mandados pelos chefes dos sacerdotes e pelos fariseus. Eles estavam armados e levavam lanternas e tochas. Jesus sabia de tudo o que lhe ia acontecer. Por isso caminhou na direção deles e perguntou:
- Quem é que vocês estão procurando?
- Jesus de Nazaré! - responderam.
- Sou eu! - disse Jesus.
Judas, o traidor, estava com eles. Quando Jesus disse: "Sou eu", eles recuaram e caíram no chão. Jesus perguntou outra vez:
- Quem é que vocês estão procurando?
- Jesus de Nazaré! - tornaram a responder.
Jesus disse:
- Já afirmei que sou eu. Se é a mim que vocês procuram, então deixem que estes outros vão embora!
Jesus disse isso para que se cumprisse o que ele tinha dito antes: "Pai, de todos aqueles que me deste, nenhum se perdeu."
Aí Simão Pedro tirou a espada, atacou um empregado do Grande Sacerdote e cortou a orelha direita dele. O nome do empregado era Malco. Mas Jesus disse a Pedro:
- Guarde a sua espada! Por acaso você pensa que eu não vou beber o cálice de sofrimento que o Pai me deu?
Jesus diante de Anás
Em seguida os soldados, o comandante e os guardas do Templo prenderam Jesus e o amarraram. Então o levaram primeiro até a casa de Anás. Anás era o sogro de Caifás, que naquele ano era o Grande Sacerdote. Caifás era quem tinha dito aos líderes judeus que era melhor para eles que morresse apenas um homem pelo povo.
Pedro nega Jesus
Simão Pedro foi seguindo Jesus, junto com outro discípulo. Esse discípulo era conhecido do Grande Sacerdote e por isso conseguiu entrar no pátio da casa dele junto com Jesus. Mas Pedro ficou do lado de fora, perto da porta. O outro discípulo, que era conhecido do Grande Sacerdote, saiu e falou com a empregada que tomava conta da porta. Então ela deixou Pedro entrar e lhe perguntou:
- Você não é um dos seguidores daquele homem?
- Eu, não! - respondeu ele.
Por causa do frio, os empregados e os guardas tinham feito uma fogueira e estavam se aquecendo de pé, em volta dela. Pedro estava de pé, no meio deles, aquecendo-se também.
Jesus diante do Grande Sacerdote
O Grande Sacerdote fez algumas perguntas a Jesus a respeito dos seus seguidores e dos seus ensinamentos.
E Jesus respondeu:
- Eu sempre falei a todos publicamente. Ensinava nas sinagogas e no pátio do Templo, onde o povo se reúne, e nunca disse nada em segredo. Então, por que o senhor está me fazendo essas perguntas? Pergunte aos que me ouviram, pois eles sabem muito bem o que eu disse a eles.
Quando Jesus disse isso, um dos guardas do Templo que estavam ali deu-lhe uma bofetada e disse:
- Isso é maneira de falar com o Grande Sacerdote?
- Se eu disse alguma mentira, prove que menti! - respondeu Jesus. - Mas, se eu falei a verdade, por que é que você está me batendo?
Depois Anás mandou Jesus, ainda amarrado, para Caifás, o Grande Sacerdote.
Pedro nega Jesus outra vez

Pedro ainda estava lá, de pé, aquecendo-se perto do fogo. Então lhe perguntaram:
- Você não é um dos seguidores daquele homem?
- Não, eu não sou! - respondeu ele.
Um dos empregados do Grande Sacerdote, parente do homem de quem Pedro tinha cortado a orelha, perguntou:
- Será que eu não vi você com ele no jardim?
E outra vez Pedro disse que não.
E no mesmo instante o galo cantou.
Jesus diante de Pilatos
Depois levaram Jesus da casa de Caifás para o palácio do Governador romano. Já era de manhã cedo. Os líderes judeus não entraram no palácio porque queriam continuar puros, conforme a religião deles; pois só assim poderiam comer o jantar da Páscoa. Então o governador Pilatos saiu, foi encontrar-se com eles e perguntou:
- Que acusação vocês têm contra este homem?
Eles responderam:
- O senhor acha que nós lhe entregaríamos este homem se ele não tivesse cometido algum crime?
Pilatos disse:
- Levem este homem e o julguem vocês mesmos, de acordo com a lei de vocês.
Então eles responderam:
- Nós não temos o direito de matar ninguém.
Isso aconteceu assim para que se cumprisse o que Jesus tinha dito quando falou a respeito de como ia morrer.
Pilatos tornou a entrar no palácio, chamou Jesus e perguntou:
- Você é o rei dos judeus?
Jesus respondeu:
- Esta pergunta é do senhor mesmo ou foram outras pessoas que lhe disseram isso a meu respeito?
- Por acaso eu sou judeu? - disse Pilatos. - A sua própria gente e os chefes dos sacerdotes é que o entregaram a mim. O que foi que você fez?
Jesus respondeu:
- O meu Reino não é deste mundo! Se o meu Reino fosse deste mundo, os meus seguidores lutariam para não deixar que eu fosse entregue aos líderes judeus. Mas o fato é que o meu Reino não é deste mundo!
- Então você é rei? - perguntou Pilatos.
- É o senhor que está dizendo que eu sou rei! - respondeu Jesus. - Foi para falar da verdade que eu nasci e vim ao mundo. Quem está do lado da verdade ouve a minha voz.
- O que é a verdade? - perguntou Pilatos.
Jesus é condenado à morte
Depois de dizer isso, Pilatos saiu outra vez para falar com a multidão e disse:
- Não vejo nenhum motivo para condenar este homem. Mas, de acordo com o costume de vocês, eu sempre solto um prisioneiro na ocasião da Páscoa. Vocês querem que eu solte para vocês o rei dos judeus?
Todos começaram a gritar:
- Não, ele não! Nós queremos que solte Barrabás!
Acontece que esse Barrabás era um criminoso.


Fonte: paulinas.com


VIA SACRA

A Via Sacra é uma oração forte porque nos lembra o caminho da dor e do sofrimento de JESUS, no percurso de sua Divina missão Redentora. De modo perfeito e heróico, o SENHOR aceitou a Cruz para Redimir e Salvar todas as gerações, demonstrando uma profunda obediência ao SANTO PAI e um infinito Amor à humanidade.

IMAGENS DAS VIAS SACRAS DA PARÓQUIA SANTA MARIA MÃE



Conjunto Panatis - Capela de São Marcos

Km 8 - Capela de São José

Igapó - Capela Santa cruz

Conjunto Panorama - Capela Santa Luzia

Conjunto Soledade I - Capela São João Evangelista

Igapó e Conjunto Panatis I - Capela de Santa Luzia e Capela Divino Espírito Santo

Conjunto Santa catarina - Matriz

Bênção das cruzes

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Missa da ceia do Senhor

Pe. Thiago, pároco da Paróquia Santa Maria Mãe

Iniciado o tríduo pascal, Jesus nos convida a nos alimentar da palavra e do pão consagrado para que, assim, tenhamos força e coragem na missão de lavar os pés uns dos outros, vivendo o mandamento do amor.


Bênção dos paẽs.

Transladação do santíssimo sacramento
da capela de São Marcos


Adoração ao Santíssimo Sacramento

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 09/04/2009



Jesus lava os pés dos discípulos
Jo 13,1-15

Faltava somente um dia para a Festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a hora de deixar este mundo e ir para o Pai. Ele sempre havia amado os seus que estavam neste mundo e os amou até o fim.
Jesus e os seus discípulos estavam jantando. O Diabo já havia posto na cabeça de Judas, filho de Simão Iscariotes, a idéia de trair Jesus. Jesus sabia que o Pai lhe tinha dado todo o poder. E sabia também que tinha vindo de Deus e ia para Deus. Então se levantou, tirou a sua capa, pegou uma toalha e amarrou na cintura. Em seguida pôs água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha. Quando chegou perto de Simão Pedro, este lhe perguntou:
- Vai lavar os meus pés, Senhor?
Jesus respondeu:
- Agora você não entende o que estou fazendo, porém mais tarde vai entender!
- O senhor nunca lavará os meus pés! - disse Pedro.
- Se eu não lavar, você não será mais meu discípulo! - respondeu Jesus.
- Então, Senhor, não lave somente os meus pés; lave também as minhas mãos e a minha cabeça! - pediu Simão Pedro.
Aí Jesus disse:
- Quem já tomou banho está completamente limpo e precisa lavar somente os pés. Vocês todos estão limpos, isto é, todos menos um.
Jesus sabia quem era o traidor. Foi por isso que disse: "Todos menos um."
Depois de lavar os pés dos seus discípulos, Jesus vestiu de novo a capa, sentou-se outra vez à mesa e perguntou:
- Vocês entenderam o que eu fiz? Vocês me chamam de "Mestre" e de "Senhor" e têm razão, pois eu sou mesmo. Se eu, o Senhor e o Mestre, lavei os pés de vocês, então vocês devem lavar os pés uns dos outros. Pois eu dei o exemplo para que vocês façam o que eu fiz.