terça-feira, 23 de junho de 2009

É uma verdadeira macacada !


É de espantar a avalanche de denúncias, escândos diários, sujeira, falta de ética e moral dos nossos parlamentares que estrebucham na lama da safadeza, da desonestidade, do sinismo: "Depositaram em minha conta esta gratificação? Eu não sabia! Vou já devolver!" Diz o político que há meses recebe o dinheiro indevidamente e nada passou de mero engano. " O meu assessor mora em Miami e recebe R$ 12.000,00? Eu não sabia! Vou exonerá-lo!" E tudo bem, o senador não fez nada de errado. "Usei cotas de passagens aréas para pagar a ida de "artistas globais" ao Carnatal, mas foi um erro de procedimento. Devolverei já o dinheiro aos cofres públicos". E assim o deputado potiguar, filhinho de papai, que faturou muito no com o seu camarote pago, graças aos "artistas", sai incólume como se nada tivesse feito.

Espanta-me é que essas denúncias só agora vêm à tona, como se fosse novidade em nossa política. Imaginem o que acontece em nossa Assembleia Legislativa Potiguar que nunca sequer fez um concurso público para servidores! Por que a nossa imprensa "potiguar livre", de diplomados, também não denuncia os escalabros por aqui? A verdade é que está na hora de mudanças, inclusive, na imprensa que manipula denúncias que vão e vêm ao bel prazer dos interesses de seus proprietários, muitas vezes, políticos canalhas.

Nesta tempestade de escândalos, vale a pena ver uma outra face da moeda. Leia mais aqui .


Luiz Teixeira


CHARGES

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 23/06/2009



Endereço para o céu

Décima Segunda Semana do Temo Comum
Mt 7,6.12-14-

Não dêem para os cachorros o que é sagrado, pois eles se virarão contra vocês e os atacarão; não joguem as suas pérolas para os porcos, pois eles as pisarão. - Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês; pois isso é o que querem dizer a Lei de Moisés e os ensinamentos dos Profetas. - Entrem pela porta estreita porque a porta larga e o caminho fácil levam para o inferno, e há muitas pessoas que andam por esse caminho. A porta estreita e o caminho difícil levam para a vida, e poucas pessoas encontram esse caminho.
Comentário do Evangelho
Seguir o caminho dos pequenos e excluídos
Temos aqui mais algumas sentenças esparsas da coleção de Mateus, compiladas no Sermão da Montanha. A primeira destas sentenças é enigmática e choca por seu teor rude e discriminatório. Não se percebe de onde Mateus a extraiu. Uma hipótese de interpretação é que se refi ra às carnes consagradas no templo que não podiam ser profanadas. As pérolas seriam a doutrina, reservada às elites religiosas. A seguir vem a "regra de ouro" do agir: "Fazei aos outros o que quereis que vos façam". Esta norma de comportamento faz parte da cultura universal e supre a complexidade de toda a Lei e dos Profetas. A alusão às portas e aos caminhos, largos ou estreitos, aponta para o Império Romano. Na ânsia de exploração e dominação, construíram largas estradas para as grandes cidades dominadas, com suas amplas portas, centros de produção e comércio, favorecendo a expropriação. O acesso às pequenas aldeias do povo humilde e pobre era feito por estreitas vias. O discípulo deve rejeitar as largas estradas do império e seguir o humilde caminho dos pequenos e excluídos
Fonte: Paulinas.org.br

SÃO JOÃO DO GLM 2009

A nossa festa junina é muita tradicional e, nestes quase vinte anos de história, nem lembro qual foi o ano da primeira festa. Existe uma foto tradicional, antiga mesma, de uma festa na casa do Diácono João Manoel, quando ele ainda morava no Conjunto Santa Catarina. Não sei se foi a primeira festa, tampouco, lembro o ano, mas é a nossa festa junina mais antiga que me vem a mente. Quem souber mais informações deixa o recadinho. Tudo bem Antônio, Roberto BH etc?

No próximo sábado (27/06/09), às 19h, é o nosso São João 2009, momento de diversão, confraternização com amigos e famíliares. Noite de alegria, quadrilha improvisada, comidas típicas, casamento matuto, brincadeiras, rei e rainha do milho e, principalmente, muito forró pé-de-serra. (

Para o sucesso de nossa festa, precisamos de sua ajuda ! Até quarta-feira precisamos saber a quantidade de pessoas e convidados que estarão presentes e, principalmente, o pagamento da entrada: R$ 5,00 (componentes do GLM) e R$ 10,00 (convidados) que poderá ser feito à Adriana e Eliane.

Por favor, não deixe passar esta data, sob pena de não poder levar o seu convidado à festa, pois o pagamento do safoneiro e, sobretudo, o pedido das comidas só poderá ser feito com a informação da quantidade de presentes na festa.

VIVA SÃO JOÃO E SÃO PEDRO !


Amanhã, mais fotos e momentos dos arraiás do mundão !!!


IMAGEM É TUDO ! (Fotos históricas)

A menina Afegã

Sharbat Gula foi fotografada quando tinha 12 anos pelo fotógrafo
Steve McCurry, em junho de 1984. Foi no acampamento de refugiados Nasir
Bagh do Paquistão durante a guerra contra a invasão soviética.
Sua foto foi publicada na capa da National Geographic em junho de
1985 e, devido a seu expressivo rosto de olhos verdes, a capa converteu-se
numa das mais famosas da revista e do mundo.
No entanto, naquele tempo ninguém sabia o nome da
garota. O mesmo homem que a fotografou realizou uma busca à jovem que
durou exatos 17 anos. Em janeiro de 2002, encontrou a menina, já uma mulher de
30 anos e pôde saber seu nome. Sharbat Gula vive numa aldeia remota do
Afeganistão, é uma mulher tradicional pastún, casada e mãe de três filhos.
Ela regressou ao Afeganistão em 1992.


segunda-feira, 22 de junho de 2009

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 22/06/2009

Não julgar

12a Semana do Tempo Comum
Mt 7,1-5-
Não julguem os outros para vocês não serem julgados por Deus. Porque Deus julgará vocês do mesmo modo que vocês julgarem os outros e usará com vocês a mesma medida que vocês usarem para medir os outros. Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Como é que você pode dizer ao seu irmão: "Me deixe tirar esse cisco do seu olho", quando você está com uma trave no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.


Comentário do Evangelho
Convívio sem discriminações

Nestas sentenças, que integram o Sermão da Montanha, Mateus apresenta orientações para as comunidades quanto a um convívio sem discriminações. A primeira orientação é sobre julgar o irmão. O "julgar", aqui, tem o sentido de "condenar". A avaliação crítica da realidade é um ato de consciência. Mas deve estar isenta de condenações ou exclusões às pessoas. A alusão à "medida" inspira-se nas trocas de cereais, entre produtores: ambas as partes usarão a mesma medida, por questão de eqüidade. A trave no próprio olho é a crítica excludente, que não permite ajudar o irmão que tem um cisco no olho. A qualificação "hipócrita" é usada doze vezes por Mateus ao referir-se aos escribas e fariseus. A frase original seria destinada aos fariseus também; porém, depois, dirigida aos discípulos, significaria que, ao condenar os irmãos, eles se assemelhariam àqueles escribas e fariseus. Da mesma forma, não cabe apontar os defeitos do irmão, mesmo que sinceramente, para corrigi-lo. O importante é, com amor, descobrir, destacar e valorizar as qualidades dele, no sentido da maior integração e crescimento da comunidade.
Fonte: Paulinas.org.br

domingo, 21 de junho de 2009

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 21/06/2009


Jesus acalma uma tempestade

Décimo Segundo Domingo do Tempo Comum
Mc 4,35-41

Naquele dia, de tardinha, Jesus disse aos discípulos: - Vamos para o outro lado do lago. Então eles deixaram o povo ali, subiram no barco em que Jesus estava e foram com ele; e outros barcos o acompanharam. De repente, começou a soprar um vento muito forte, e as ondas arrebentavam com tanta força em cima do barco, que ele já estava ficando cheio de água. Jesus estava dormindo na parte detrás do barco, com a cabeça numa almofada. Então os discípulos o acordaram e disseram: - Mestre! Nós vamos morrer! O senhor não se importa com isso? Então ele se levantou, falou duro com o vento e disse ao lago: - Silêncio! Fique quieto! O vento parou, e tudo ficou calmo. Aí ele perguntou: - Por que é que vocês são assim tão medrosos? Vocês ainda não têm fé? E os discípulos, cheios de medo, diziam uns aos outros: - Que homem é este que manda até no vento e nas ondas?!


Comentário do Evangelho
O mar agitado
Os pescadores do Mar da Galiléia, trabalhando em seus barcos, freqüentemente enfrentavam dificuldades em sua luta pela sobrevivência. Nos quatro Evangelhos encontramos seis narrativas semelhantes, nas quais os discípulos se sentem em perigo atravessando de barco o mar agitado. Em três delas, em Mateus, Marcos e João, após a partilha eucarística dos pães com a multidão, os discípulos estão a sós no barco e Jesus vem a eles andando sobre as águas. Já na narrativa de hoje, em Marcos, bem como nas duas paralelas em Mateus e Lucas, os discípulos estão atravessando o mar em direção a um território gentílico, e Jesus encontra-se dormindo no barco. Estas narrativas, que circulavam como tradição entre aquelas comunidades que se caracterizavam por ter origem no judaísmo, parecem inspiradas em passagens do Primeiro Testamento, tais como o livro de Jó (primeira leitura), o livro de Jonas (Jn 1,1-16), bem como os Salmos (Sl 107,25-30; 89,10). O "passar para a outra margem" e as diversas viagens de barco, destacadas por Marcos, indicam a mobilidade de Jesus entre a Galiléia gentílica, com presença de colonos e comerciantes judeus, e os territórios vizinhos predominantemente gentílicos. Nesta narrativa temos um "milagre da natureza", com a curiosa imposição de silêncio ao vento e ao mar. Há um contraste entre a tranqüilidade de Jesus e a angústia e perturbação dos discípulos, diante do "mar agitado". Jesus dá andamento a sua proclamação, enfrentando tranqüilamente os conflitos oriundos de seus adversários. Contudo, os discípulos estão atemorizados à vista deste novo contexto criado por Jesus, particularmente agora, quando vão em missão em território exclusivamente gentio. Ante o perigo, os discípulos questionam Jesus: "... não te importa que estejamos perecendo?", seguindo-se sua reposta: "Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?". Os discípulos, no barco batido pelas ondas, exprimem as comunidades com suas dificuldades no cumprimento de sua missão. Porém, se até o vento e o mar obedecem à palavra de Jesus, porque, enchendo-nos de conforto e fé, não iremos nós também obedecer a esta Palavra? A segunda leitura reflete a teologia paulina, centrada no Cristo morto e ressuscitado, sem maiores referências ao decorrer da vida e do ministério do Jesus humano e histórico.
Fonte: Paulinas.org.br

sexta-feira, 19 de junho de 2009

EAVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 19/06/2009

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

Abertura do Ano Sacerdotal
Jo 19,31-37
Então os líderes judeus pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas dos que tinham sido crucificados e mandasse tirá-los das cruzes. Pediram isso porque era sexta-feira e não queriam que, no sábado, os corpos ainda estivessem nas cruzes. E aquele sábado era especialmente santo. Os soldados foram e quebraram as pernas do primeiro homem que tinha sido crucificado com Jesus e depois quebraram as pernas do outro. Mas, quando chegaram perto de Jesus, viram que ele já estava morto e não quebraram as suas pernas. Porém um dos soldados furou o lado de Jesus com uma lança. No mesmo instante saiu sangue e água. Quem viu isso contou o que aconteceu para que vocês também creiam. O que ele disse é verdade, e ele sabe que fala a verdade. Isso aconteceu para que se cumprisse o que as Escrituras Sagradas dizem: "Nenhum dos seus ossos será quebrado." E em outro lugar as Escrituras Sagradas dizem: "Eles olharão para aquele a quem atravessaram com a lança."
Comentário do Evangelho
Jesus é ferido

O Evangelho de João, que manifesta afinidade com os samaritanos remanescentes do antigo Israel, apresenta Jesus em conflito com o judaísmo em geral. A última ceia de Jesus, neste Evangelho, realizou-se um dia antes da ceia da Páscoa dos judeus. Com a expressão "tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim" (Jo 13,1), João apresenta o fim do ministério de Jesus como uma missão de amor pleno, e não como uma missão sacrifical. Com hipocrisia, os judeus se preocupam em retirar os corpos das cruzes, para não profanar o sábado. Os romanos só os retirariam mortos; assim, os judeus pedem que lhes quebrem as pernas para acelerar a morte. No sangue que sai do lado ferido de Jesus, temos a expressão do seu amor, em um dom sem limites; e, na água, temos a expressão da origem da vida nova no Espírito, doado por Jesus.

Fonte: Paulinas.org.br