segunda-feira, 27 de julho de 2009

ELEIÇÕES NO GLM 2009

É chegada a hora de nossas eleições como ocorre há pelo menos quinze. A cada dois anos nos reunimos e elegemos um dos nossos que irá ter a responsabilidade de representar o GLM, determinar as diretrizes de nosso trabalho pastoral e também o nosso Pastor primaz.

Sábado à noite (25/07/09) o Núcleo se reuniu para organizar as nossas eleições e, principalmente, regulamentar o nosso Estatuto no que diz respeito ao capítulo das eleições. Abaixo publicamos a íntegra deste documento e a relação dos integrantes do GLM aptos a votarem no próximo domingo.



Relação dos eleitores e candidatos aptos, clique aqui


RETIRO DO SILÊNCIO E DA FÉ !

"Retiro Espiritual seria o resgate de você mesmo através de uma reflexão mais profunda sobre a vida, seus valores, existência e fé"

"Retiro é ou deveria ser um local de paz e tranqüilidade onde as pessoas tem oportunidade de refletir e tirar conclusões".


Ontem (26/07/09) o Grupo Luz do Mundo realizou o seu retiro que tradicionalmente realizamos a cada dois anos. Com o tema: "Os fiéis leigos e leigas, discípulos e missionários de Jesus, Luz do Mundo", nos oportunizamos um dia de oração, formação, silêncio (o deserto) e confraternização.

Compareceram cinquenta e quatro membros do grupo. Nosso muito obrigado a todos que colaboraram com a feitura daquele encontro e esperamos que todos tenham aberto os seus corações para o que Deus nos revelou no silêncio, nos estudos, na reflexão, na liturgia da Palavra e na Eucaristia.

Obrigado Senhor !


Mais fotos de nosso retiro, clique aqui.

Amanhã mais fotos do nosso retiro 2009 !



EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 27/07/2009



A linguagem das parábolas

Mt 13,31-35

Jesus contou outra parábola. Ele disse ao povo:
- O Reino do Céu é como uma semente de mostarda, que um homem pega e semeia na sua terra. Ela é a menor de todas as sementes; mas, quando cresce, torna-se a maior de todas as plantas. Ela até chega a ser uma árvore, de modo que os passarinhos vêm e fazem ninhos nos seus ramos.
Jesus contou mais esta parábola para o povo:
- O Reino do Céu é como o fermento que uma mulher pega e mistura em três medidas de farinha, até que ele se espalhe por toda a massa.
Jesus usava parábolas para dizer tudo isso ao povo. Ele não dizia nada a eles sem ser por meio de parábolas. Isso aconteceu para se cumprir o que o profeta tinha dito:
"Usarei parábolas quando falar com esse povo e explicarei coisas desconhecidas desde a criação do mundo."

Comentário do Evangelho

A mensagem em parábolas

Nestas duas parábolas que fazem parte do conjunto de sete que Mateus reúne no capítulo 13 de seu Evangelho, a mensagem central é a presença pouco percebida do Reino de Deus no mundo, porém real, efetiva e em processo de crescimento. O grão de mostarda semeado e o fermento na massa são a expressão do Reino de Deus, realmente presente no mundo, na sua dimensão de humildade e simplicidade. Não como afirmação de poder, com ostentações de
construções, rituais ou roupagens, mas pela transformação dos corações e das relações pessoais, no amor e na justiça, fundamentos do mundo novo querido pelo Pai. Em chocante contraste, vemos o país mais rico e poderoso
do mundo que fala em nome da civilização cristã, contudo se destaca pela idolatria do dinheiro e por sua capacidade destrutiva. Jesus nos desperta para percebermos a presença do Reino nas multidões dos filhos de Deus, empobrecidos e excluídos, nas suas adversidades e privações, mas também em suas alegrias e esperanças, onde o amor, como um fermento na massa, está presente.

Fonte: paulinas.com

sábado, 25 de julho de 2009

RETIRO DO GRUPO LUZ DO MUNDO

Amanhã, a partir das 7h30min, na Escola Municipal Monsenhor José Alves Landim, ocorrerá o nosso retiro bienal. Esta confirmado a presença de sessenta e um integrantes do grupo.

Informamos a todos os participantes que não esqueçam de levar a sua Bíblia, lápis, caneta, caderno para anotação e talheres. Abaixo publicamos o mapa para que ninguém se perca na ida para a escola.

A Equipe de Catequese irá sair de nossa Igreja, capela de São Marcos, às 7h.

Que Deus nos abençõe !


sexta-feira, 24 de julho de 2009

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 25/07/2009

Autoridade é serviço

ANO SACERDOTAL
Mt 20,20-28
Então a mãe dos filhos de Zebedeu chegou com os seus filhos perto de Jesus, curvou-se e pediu a ele um favor. - O que é que você quer? - perguntou Jesus. Ela respondeu: - Prometa que, quando o senhor se tornar Rei, estes meus dois filhos sentarão à sua direita e à sua esquerda. Jesus disse aos dois filhos dela: - Vocês não sabem o que estão pedindo. Por acaso vocês podem beber o cálice que eu vou beber? - Podemos! - responderam eles. Então Jesus disse: - De fato, vocês beberão o cálice que eu vou beber, mas eu não tenho o direito de escolher quem vai sentar à minha direita e à minha esquerda. Pois foi o meu Pai quem preparou esses lugares e ele os dará a quem quiser. Quando os outros dez discípulos ouviram isso, ficaram zangados com os dois irmãos. Então Jesus chamou todos para perto de si e disse: - Como vocês sabem, os governadores dos povos pagãos têm autoridade sobre eles, e os poderosos mandam neles. Mas entre vocês não pode ser assim. Pelo contrário, quem quiser ser importante, que sirva os outros, e quem quiser ser o primeiro, que seja o escravo de vocês. Porque até o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para salvar muita gente.

Comentário do Evangelho
Os filhos de Zebedeu
Tiago e João são os filhos de Zebedeu. O Evangelho de Marcos nomeia os dois, explicitamente, nesta cena; porém, Mateus menciona a mãe deles como sendo quem faz o pedido a Jesus. Talvez Mateus queira eximir os homens de tal pedido equivocado, que reflete a ambição do poder, quando Jesus dá pleno testemunho de que veio para servir humildemente, com amor. Em resposta, ele rejeita o comum abuso de poder em vigor nas sociedades, propondo um novo relacionamento entre as pessoas. Além de Tiago, irmão de João, identificado como "Tiago Maior", no Segundo Testamento é mencionado outro Tiago, "o irmão do Senhor", ou "Tiago Menor", que foi o chefe da Igreja de Jerusalém.
Fonte: Paulinas.org.br

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 24/07/2009

Os diferentes tipos de terrenos da Palavra

ANO SACERDOTAL
Mt 13,18-23-

Então escutem e aprendam o que a parábola do semeador quer dizer. As pessoas que ouvem a mensagem do Reino, mas não a entendem, são como as sementes que foram semeadas na beira do caminho. O Maligno vem e tira o que foi semeado no coração delas. As sementes que foram semeadas onde havia muitas pedras são as pessoas que ouvem a mensagem e a aceitam logo com alegria, mas duram pouco porque não têm raiz. E, quando por causa da mensagem chegam os sofrimentos e as perseguições, elas logo abandonam a sua fé. Outras pessoas são parecidas com as sementes que foram semeadas no meio dos espinhos. Elas ouvem a mensagem, mas as preocupações deste mundo e a ilusão das riquezas sufocam a mensagem, e essas pessoas não produzem frutos. E as sementes que foram semeadas em terra boa são aquelas pessoas que ouvem, e entendem a mensagem, e produzem uma grande colheita: umas, cem; outras, sessenta; e ainda outras, trinta vezes mais do que foi semeado.

Comentário do Evangelho
Parábola às suas comunidades
Nos Evangelhos, apenas duas parábolas, mencionadas por Mateus, são acompanhadas de uma detalhada explicação: esta do semeador e a do joio, que a segue. Há um consenso de que estas explicações são interpretações alegóricas das primeiras comunidades que fizeram memória de Jesus, aplicando-as ao contexto de suas comunidades. Mateus direciona a parábola às suas comunidades, mais especificamente àqueles membros propensos a voltar para as sinagogas. As tentações eram muitas: havia a pressão das sinagogas no sentido de "roubar" a palavra semeada em seus corações, as perseguições a quem permanecesse nas novas comunidades cristãs e as seduções do mundo com sua ilusão da riqueza, em contraste com a austeridade das novas comunidades. Ao longo do tempo, as comunidades de discípulos têm resistido a formas semelhantes de pressão, muitas delas permanecendo fiéis no seguimento de Jesus


Fonte: Paulinas.org.br

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Paróquia inaugura capela

A Paróquia de Santa Maria Mãe, no Conjunto Santa Catarina, inaugurará uma capela, dedicada a São José Operário, no próximo dia 31, às 19h30. A capela fica situa na Rua Cardoso, na Comunidade do Galo, Km 8, zona norte de Natal. Segundo o Diác. João Manoel, a capela foi construída em um terreno doado por um fiel da comunidade. “Os recursos para a construção foram do dízimo da Paróquia e de doações dos fiéis da própria comunidade”, diz o Diácono.

A capela faz parte do grupo das cem igrejas construídas no período do triênio de comemoração dos cem anos da Diocese, atendendo a um apelo do Arcebispo, Dom Matias Patrício de Macêdo.


FONTE: Site da arquidiocese de Natal/RN


INVASÃO DO JAPÃO !

Foto de uma água-viva gigante tirada na Província de Shimane (Foto: Universidade de Hiroshima/Divulgação )


Já diz um provérbio muito conhecido por todos nós: “Hoje o mar não está para peixe”. Literalmente o mar não está para peixe para a sociedade japonesa. Sabendo que no Japão a pesca é uma das principais atividades econômicas, o país prevê perdas milionárias neste setor, um verdadeiro desastre, porque uma quantidade incalculável de águas-vivas gigantes poderá atingir o mar do Japão, estas algas podem chegar a medir 2 metros e pesar mais de 200 Kg, entenda melhor como isso pode ocorrer.


Japão prevê perdas milionárias com invasão de águas-vivas gigantes.

Uma quantidade incalculável de águas-vivas gigantes, vindas do Mar Amarelo, na China, deve chegar nos próximos meses ao Mar do Japão e causar prejuízos que podem passar dos US$ 320 milhões, segundo estimativas da indústria pesqueira. Pesquisadores já alertarem que este ano o fenômeno, que acontece desde 2002, vai ter um efeito devastador para os pescadores. Em muitas regiões, a expectativa é de uma queda de 80% na produção.

"Desde o mês passado estamos observando o comportamento de um grupo muito grande que se encaminha para o litoral japonês", contou à BBC Brasil o biólogo oceanógrafo Shinichi Ue, da Universidade de Hiroshima, que também faz parte de um grupo criado pelo governo para sugerir meios de combater a invasão e diminuir os danos. "Então, podemos afirmar que a chegada desses animais é inevitável e o Japão será atingido este ano por um 'tufão' gigantesco de águas-vivas", alertou.

Além de estragar as redes de pesca, o animal marinho pode ferir humanos e matar peixes com seu veneno. No passado, uma estação nuclear chegou a parar de funcionar porque a tubulação usada para resfriar os reatores ficou entupida de águas-vivas.

Mudanças Radicais. Segundo Ue, o primeiro registro da chegada de grandes quantidades de águas-vivas gigantes ao Mar do Japão foi em 1920. Depois, o fenômeno voltou a acontecer em 1958 e em 1995.

"O ciclo era de aproximadamente 40 anos, mas desde 2002, o país sofre anualmente com a invasão maciça de águas-vivas", lembra o pesquisador. Em 2005 houve o recorde histórico desses animais nas águas japonesas. "Mas estranhamente, apenas no ano passado elas não vieram", conta. Segundo o professor, uma série de causas vem sendo estudada para entender o porquê desse fenômeno.

"Podemos afirmar, por enquanto, que houve uma mudança radical na fauna marinha do mar da China, além da modificação da costa pelo homem, poluição e elevação da temperatura da água do mar", enumera. "Mas a principal causa talvez seja a pesca indiscriminada, pois sem concorrência, as águas-vivas têm mais plânctons para se alimentar e, por isso, esses animais se desenvolveram rapidamente."

Empresas locais têm procurado medidas para conter os prejuízos. Pescadores usam agora redes mais resistentes e cortantes, e cientistas desenvolvem métodos para extrair colágeno dos animais para ser usado em cosméticos e até em comida. Em 2005, a indústria pesqueira japonesa registrou mais de 100 mil casos de danos causados por águas-vivas gigantes. No pico da invasão naquele ano, cerca de 300 milhões a 500 milhões de animais passaram diariamente pelo Estreito de Tsushima em direção ao Mar do Japão.

Fonte: G1.com

Por Emerson Fernandes