
quarta-feira, 4 de março de 2009
EVANGELHO DO DIA

terça-feira, 3 de março de 2009
ARCO ÍRIS

a Campanha da Fraternidade 2009?
Todos os anos o Santo Padre envia ao mundo uma mensagem de ânimo espiritual para o tempo da Quaresma, conforme seu dever primeiro de confirmar seus irmãos na fé. Para o ano de 2009 o Papa Bento XVI nos recomenda o jejum, “capaz de impedir o pecado, de reprimir os desejos do «velho Adão», e de abrir no coração do crente o caminho para Deus”.
Enquanto o Bispo de Roma, como sucessor de Pedro, confirma universalmente os católicos na fé, o bispo local, sucessor dos Apóstolos, deve confirmar de maneira particular o rebanho que lhe foi confiado, nunca desviando daquele caminho percorrido pela Igreja universal. A comunhão espiritual entre o bispo local e o Bispo de Roma, penhor da unidade visível da Igreja, é o sinal mais evidente da universalidade da Igreja, por isso é dever urgente do bispo estar sempre atento para que essa comunhão não se enfraqueça.
Infelizmente, “hoje os bispos e as conferências episcopais estão freqüentemente envolvidos em tudo, desde emergências sanitárias à crise econômica, mas não se envolvem com o ensino da doutrina e com a transmissão da fé. Adquiriram uma visão puramente horizontal e se esqueceram da vertical” (Cf. Bispo Bernard Fellay, FSSPX, in WDTPRS blog).
Essa visão puramente horizontal, isto é, voltada exclusivamente para as coisas da terra esquecendo-se das coisas verticais (coisas do céu) não é, absolutamente, compartilhada pela Igreja. É verdade que a Igreja é primeiramente voltada para a santificação dos seus membros, mostrando-lhes Jesus – Caminho, Verdade e Vida. Contudo, dimensão espiritual da missão da Igreja não subestima a sua missão terrena e ela “não deixa de preocupar-se ao mesmo tempo com as exigências da vida cotidiana dos homens, não só no que diz respeito ao sustento e às condições de vida, mas também no que se refere à prosperidade e à civilização em seus múltiplos aspectos, dentro do condicionalismo das várias épocas” (Cf. João XXIII, enci. Mater et Magistra, n°3).
Então, neste período de preparação para a Páscoa, somos impelidos para longe da Igreja universal através do movimento,já comum entre nós brasileiros, intitulado “Campanha da Fraternidade”.
Quero através deste texto apresentar, brevemente, minha objeção de consciência ao tema e ao lema da Campanha, bem como ao seu espírito e a sua letra. A objeção de consciência é, minimamente, negar-se a fazer algo que atenta contra a sua consciência de uma ou outra forma; um exemplo tangível seria o médico que se recusa a proceder com um aborto porque este ato contradiz a sua fé.
Objeção primeira: O tema e o lema
O tema se distancia demasiadamente da proposta do Romano Pontífice de redescoberta do jejum penitencial e, até mesmo, contradiz a mesma quando damos interpretações literais ao tema.
Apenas contemplando o tema da campanha não vemos qualquer referência didática ao período penitencial, ou seja, não é possível identificar o espírito da Quaresma e da penitência espiritual.
O tema “Fraternidade e Segurança Pública” é monolítico, voltado única e exclusivamente para a questão social e política, não se envolvendo com o ensino didático-catequético dos mistérios da nossa fé católica e com a preparação espiritual autêntica dos católicos brasileiros para a vivência da Páscoa.
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Julie Maria disse...
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Fizemos (eu e meu irmão) há dois anos atrás um vídeo mostrando a aberraçãos da Campanha da Fraternidade (o tema era ecologia, mata, amazônia, etc) e enviamos para o Vaticano. É insuportável conviver no tempo sagrado da Quaresma com uma campanha que não tem nada a ver com ela. Simplesmente isso mostra uma brutalidade e uma insensibilidade com o sagrado e zero de catolicismo.
O que virou este tempo litúrgico para os católicos brasileiros?! Tempo de pensar em qualquer assunto menos naqueles que são centrais da quaresma!
Ontem, participei da Missa em Ouro Preto (interior de Rondônia) e tive que aguentar clip e video (total 30 minutos) no telão da Igreja sobre a tal segurança pública antes da Santa Missa. Um absurso. É uma palhaçada. Se o Papa soubesse o que é de fato esta nojeira não deixaria mais nenhuma deste campanhas acontecer.
Felipe disse...
Caro Danilo, parabéns pela explanação. Realmente é assustadora a "lex orandi" aqui no Brasil. Não expressa nada da "lex credendi", ou seja, nada católico. Começando pela negligência da reza do Ofício Divino com o povo (e quando não é substituído pelo OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES(OFC)- Teologia da libertação. Queria que você publicasse um artigo sobre a LITURGIA DAS HORAS.
Luiz Teixeira disse...
Boa noite Danilo:
Não é construir o Reino de Deus promover a cultura da paz? Não é amar ao próximo refletir e promover gestos concretos de amor contra todas as formas de injustiça?
Desculpe-me, mas não consegui entender em sua eloqüência a verdade quando trata a CF como heresia e acho muito confortável em nome da sã doutrina nada fazer contra todos os nossos irmãos, filhos de Deus, que são vítimas da violência e de todas as outras formas de pecado que geram sofrimento.
Vamos nos abster de todas as formas de violência (jejum), ORAR a Deus para que sejamos capazes de construir um mundo de Paz através de ações concretas (ESMOLA), quando ai sim, poderemos ser verdadeiramente identificados como seguidores de Jesus Cristo.
Parabéns pelo espaço, muito obrigado e fiquem com Deus.
EVANGELHO DO DIA

Nas suas orações, não fiquem repetindo o que vocês já disseram, como fazem os pagãos. Eles pensam que Deus os ouvirá porque fazem orações compridas. Não sejam como eles, pois, antes de vocês pedirem, o Pai de vocês já sabe o que vocês precisam. Portanto, orem assim: "Pai nosso, que estás no céu, que todos reconheçam que o teu nome é santo. Venha o teu Reino. Que a tua vontade seja feita aqui na terra como é feita no céu! Dá-nos hoje o alimento que precisamos. Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam. E não deixes que sejamos tentados, mas livra-nos do mal. [Pois teu é o Reino, o poder e a glória, para sempre. Amém!]" - Porque, se vocês perdoarem as pessoas que ofenderem vocês, o Pai de vocês, que está no céu, também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem essas pessoas, o Pai de vocês também não perdoará as ofensas de vocês.
A quaresma é um tempo litúrgico no qual se realça a dimensão da conversão. A conversão signifi ca mudança de vida, descartando- se os valores sedutores da sociedade de mercado e consumo para assumir os valores de comunhão de vida com nossos irmãos, de modo especial os mais carentes e excluídos pela sociedade. Aceitar o convite de Jesus à conversão supõe a ousadia de lançarmo-nos, em oração, nos braços do Pai. A quaresma é, assim, um momento forte de oração. O centro da oração é a atitude fi lial diante de Deus Pai, o compromisso com a revelação de seu nome (sua própria pessoa), o engajamento com a instauração de seu Reino de partilha do pão e a docilidade à sua vontade. Tomando a iniciativa pessoal de perdoar, ousamos também pedir perdão. Mas, na fragilidade, necessitamos de ajuda para vencer as provações (tentações) e afastar o mal que seduz e nos ilude.
segunda-feira, 2 de março de 2009
GRUPÃO DE 01 DE MARÇO DE 2009
Desde quarta-feira de cinzas, nós cristãos católicos, começamos a nossa preparação para a Páscoa. Neste tempo quaresmal a Igreja nos convida a viver o jejum, a caridade e a esmola. Durante a quaresma, desde 1962, a Igreja Católica do Brasil realiza a Campanha da Fraternidade que neste ano o tema versa sobre a Fraternidade e a Segurança Pública - "A paz é Fruto da Justiça".
O Grupo Luz do Mundo há mais de dez anos vive este momento da quaresma com intensidade. No começo fazíamos as reuniões nas casas, como hoje também. No entanto, há pelo menos cinco anos o nosso trabalho de atender ao chamado da Igreja vem se expandindo e, além dos nossos momentos de formação interna, hoje procuramos contribuir com nossa Paróquia e nos dispomos a chamar a atenção da comunidade. Então realizamos Palestras voltadas à comunidade, Cinema na Comunidade , reflexão do tema em nosso site/blog e outros gestos concretos que simbolizam a nossa maneira de viver o Cristo, como também, o período quaresmal.
A nossa caminhada nesta CF começou neste final de semana onde percorremos todas as capelas de nossa paróquia (Panorama, Soledade, Igapó, Panatis I e Matriz) e como dizia o nosso pároco: "Este grupo está preocupado em divulgar o tema da campanha". De fato divulgamos, principalmente, o encontro de reflexão sobre o tema que se realizará no dia 07/03/2009 às 19h no Centro Pastoral.
Vivamos com alegria a quaresma, dando exemplo de comprometimento e procura do saber sobre as coisas importantes da vida. Que Deus nos abençõe nesta semana e que tudo dê certo em nossas atividades nesta CF 09.
CALENDÁRIO DE ATIVIDADES / CF 2009
GRUPO LUZ DO MUNDO
MARÇO
DIA / ATIVIDADES
01 GRUPÃO – Apresentação do tema CF 2009
07 CF 2009 – Palestra: Apresentação do tema CF 2009 em nível paroquial (sábado) no Centro Pastoral São Marcos
08 CF 2009 – Reuniões nas casas
14 CF 2009 – Cinema na Comunidade (sábado)
15 CF 2009 – Reuniões nas casas
21 CF 2009 - Palestra alusiva ao tema da CF 2009 (sábado)
22 CF 2009 – Reuniões nas casas
28 CF 2009 – Cinema na Comunidade (sábado) – a sessão realizar-se-á no km 8
29 CF 2009 – “GESTO CONCRETO alusivo a CF 2009
EVANGELHO DO DIA
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
VIVER BEM !

VOCÊ TEM FOBIA OU É SÓ MEDROSO?
Por Adriana Bifulco
De acordo com Rita Calegari, chefe do departamento de psicologia do Hospital São Camilo-Pompeia, na zona oeste da capital paulista, medo é uma reação de autopreservação. "Ele não deve ser combatido e eliminado. É desejável, saudável e importante para nossa sobrevivência", explica.
Existem, no entanto, aqueles que não têm medo. "Trata-se de um transtorno de humor, seus portadores são bipolares (têm duas polaridades: uma de depressão e outra de agitação psicomotora). A pessoa perde a noção do medo e do perigo", avisa Luiz Gonzaga Leite, chefe do departamento de psicologia do Hospital Santa Paula, em São Paulo, e doutor em psicologia pela PUC-SP.
Já a fobia, segundo Rita, é semelhante ao medo, mas nela existe um nível de ansiedade que interfere na vida cotidiana da pessoa. "Muitos que sofrem de fobia não a interpretam como doença, mas como falha do caráter e da personalidade. O fóbico reconhece que seu medo é excessivo, mas não consegue controlá-lo", enfatiza.
Rita explica que a fobia envolve transtorno de ansiedade em algum nível. De acordo com a profissional, para tratar tanto esse mal quanto a Síndrome do Pânico são necessários medicamentos como antidepressivos e ansiolíticos. "A Síndrome do Pânico é um transtorno involuntário. O indivíduo tem um mal-estar súbito, que envolve taquicardia, sudorese, tremores, vertigens e sensação de desmaio. É um mal de difícil diagnóstico, pois até a pessoa chegar ao hospital, esses sintomas já passaram. Ela faz exames que não apontam nada. Essa síndrome provoca um grande impacto na rotina do paciente, pois ele não tem como prever quando vai acontecer".
Rita complementa que, tanto na Síndrome do Pânico quanto nos casos de fobia, o tratamento é feito com ansiolíticos e antidepressivos, além de terapia.
Perfil - Leite esclarece que as fobias atingem 10% da população. Na maioria das vezes, ele adverte, os fóbicos são inteligentes, responsáveis, sensíveis, com certa tendência a serem detalhistas e controladores. "Essas pessoas passaram, em algum momento de suas vidas, por alguma experiência de morte. São indivíduos metódicos, sistemáticos e controladores", diz Rita. "Eles têm ideia de controle através de rituais, gestos, tiques, não conseguem nomear o que estão sentindo. Eles criam rituais e acreditam que estão dominando a situação", acrescenta Leite.
De acordo com Rita, muitas vezes esses transtornos surgem diante de algum fato estressante que ocorre na vida do paciente. "Por isso é importante não desprezar sintomas, quanto antes o problema for diagnosticado, melhor.
As fobias mais comuns
1. Claustrofobia - mede de lugares fechados, como ambientes pouco ventilados, túneis, elevadores e até equipamentos de ressonância magnética e de tomografia;
2. Eritrofobia - medo de sangue;
3. Agorafobia - medo de lugares cheios de gente como shoppings centers, locais de shows, ruas de comércio e estádios;
4. Hidrofobia - medo de água, de entrar no mar e em piscinas;
5. Glossofobia - medo de falar para plateias;
6. Amaxofobia - medo de andar de carro;
7. Hipsiofobia - medo de altura;
8. Medo de animais domésticos, como gato e cachorro;
9. Medo de insetos ou animais peçonhentos;
10. Fobia social - É facilmente confundida com timidez. A pessoa tem medo de se expor, evita contato social e estar em evidência. Esses indivíduos têm dificuldade de envolvimento amoroso. Trata-se de uma timidez patológica;


