quarta-feira, 15 de outubro de 2008

15 de outubro, dia do professor


Ao longo de tua caminhada
tu guiaste nosso caminho...
Mostraste-nos a cada momento compreensão,
luta, paciência, inteligência
e dedicação.

E diante disso carregamos juntos na bagagem da vida o ensinamento eterno
Nesse dia especial desejamos: sucesso e
que a tua estrela continue sempre brilhando...

Aos Antônios, Leonardos, Adrianas, Juninhos, Elianes, Robertos, Vivianes, Camilas, Taises, Elsons, Nednaldos e tantos outros nossos parabéns e muitas realizações.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Faltou a benção !

Igreja é condenada por descaso de padre em casamento

A Mitra Arquidiocesana de Belo Horizonte deve indenizar um casal de Minas Gerais em R$ 2 mil por danos morais porque o padre celebrou o casamento com descaso e pressa. Nem a benção final foi dada. A decisão que impõe a indenização foi tomada pela 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Cabe recurso.

O casamento foi feito em 14 de outubro de 2005, na Igreja Santa Luzia. Segundo os noivos, o casamento estava marcado para as 20h30. Mas quando o noivo chegou à igreja, o padre já estava enfurecido. O padre afirmou, na ocasião, que a cerimônia estava marcada para às 20h e que não iria celebrar o casamento, pois houve atraso.

De acordo com seu depoimento, a noiva foi avisada do tumulto quando estava no salão de beleza. Ela foi obrigada a sair às pressas sem acabar de se arrumar. Ao chegar à igreja, ela tentou argumentar com o padre que havia ocorrido um erro da secretaria da igreja, que passou para ele o horário errado. No entanto, o padre estava irredutível e nervoso. Chamou a noiva de inconseqüente, irresponsável e cara-de-pau. Disse que iria celebrar o casamento em cinco minutos.

Segundo o casal, o padre fez o casamento em pouco mais de 15 minutos, tirando a batina, no próprio altar, sem dar a bênção final. Ainda saiu da igreja tratando a todos de forma grosseira, impedindo os músicos contratados de fazer a apresentação final.

O juiz de primeira instância negou a indenização por danos materiais, por falta de provas e entendeu que o ocorrido não chega a configurar danos morais. No entanto, a turma no TJ de Minas reformou em parte a decisão, reconhecendo o dano moral. Segundo o desembargador Luciano Pinto, "pelas provas dos autos restou configurado que na cerimônia do casamento faltaram duas partes essenciais: a homilia, conforme o próprio padre confessou, e a bênção final, de acordo com depoimento testemunhal".

O relator disse: "Mesmo sendo a homilia parte essencial para a validade da cerimônia do casamento, a meu ver, sua ausência não macularia o ato, mas a falta da bênção final, essa sim compromete as expectativas dos noivos, causando-lhes forte frustração".


Fonte: Consultor Jurídico

PRESSÃO PASTORAL


Igreja Universal é obrigada a devolver doação de fiel

A Igreja Universal do Reino de Deus foi condenada a pagar indenização por danos morais e a devolver o carro de uma fiel que, fragilizada com a perda do marido e com o pedido da filha, fez a doação à igreja. A determinação é do juiz Jeová Sardinha de Moraes, da 7ª Vara Cível de Goiânia. Cabe recurso.

Na ação, a autora alegou que sofreu pressão de representantes do templo que freqüentava e sua filha a convenceu a doar o carro com a promessa de receber em dobro. Ao perceber o erro e tentar reaver o veículo, a viúva foi maltratada, agredida fisicamente e exposta à humilhação por integrantes da igreja.

De acordo com a autora, seu marido morreu em janeiro de 2005, fato que causou depressão na sua filha. Fragilizada, a filha começou a freqüentar a Universal, onde passou a ser pressionada a fazer doações exarcebadas à instituição.

Na decisão, o juiz determinou que o veículo lhe fosse restituído imediatamente e que sejam pagos valores referentes a lucros cessantes, depreciação e desgates do carro bem como reparação de R$ 10 mil por danos morais.

Fonte: Consultor Jurídico

Distorção da fé

Empresa ligada a igreja não pode descontar dízimo.

A empresa que desconta dízimo do salário do funcionário deve devolver o valor retirado com acréscimo de juros e correção monetária. Isso porque o trabalho e a religião não se misturam. O entendimento é da 8ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região no caso em que a Instituição Paulista Adventista de Ensino e Assistência Social descontava 10% do salário bruto de uma funcionária para destinar ao dízimo.

A ex-funcionária foi à Justiça trabalhista. Pediu a restituição de R$ 3.618,24. A Instituição alegou que, quando a reclamante foi contratada, ela pertencia a religião e assinou um termo autorizando o desconto em folha. Mas quatro anos depois, ela pediu o cancelamento do desconto e após um período foi dispensada sem justa causa.


O desembargador relator do caso, Rovirso Aparecido Boldo, afirmou que o artigo 462, da CLT, veta a empresa de efetuar qualquer desconto nos salários do empregado, salvo quando este resultar de adiantamentos, de dispositivos de Lei ou de contrato coletivo.


Por isso, a Justiça trabalhista determinou a devolução do valor, com acréscimo de juros de 1% a cada mês descontado, o que totalizou R$ 72,36. Se caso a dívida não for executada, cabe a penhora de bens conforme prevê o artigo 883, da Consolidação das Leis do Trabalho.


Fonte: Consultor Jurídico

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

HUMOR !

Imaginem o nosso irmão Antônio Carlos lendo esta publicação ! Por favor, temos real preocupação quanto a saúde de nosso amigo professor que não poderá ler estas frases:







Superpopulação de gatos na cidade é preocupante.

Eles são fofinhos, cheios de astúcia e donos do próprio nariz. Embora pareça a descrição das crianças de hoje, a história é sobre gatos. Os felinos tomam conta de Natal e é possível encontrá-los sozinhos ou em bandos, saudáveis ou com alguns problemas de saúde, espalhados pelos quatro cantos da cidade. É inegável afirmar que eles são importantes para o controle de pragas, mas está havendo superpopulação desses animais a ponto de colocar em risco a saúde pública.


No campus universitário, a presença deles é antiga. Durante muitos anos, formavam pequenos grupos que eram uma espécie de pelotão contra ratos, baratas e outras pragas. Com o passar do tempo, as pessoas começaram a achar conveniente abandoná-los à própria sorte, fazendo da UFRN um orfanato de gatos a céu aberto. O local onde concentra o maior número é o setor de aulas 1.

Algumas professoras e alunos da universidade alimentam os animais, hábito que se tornou garantia de que os animais vão ter amparo, além de contribuir para a proliferação. Uma aluna, que preferiu não se identificar temendo retaliações, acusa a universidade de conivência com maus tratos aos gatos do campus, provocados por alunos e até mesmo por funcionários, segundo ela. "Nos finais de semana, há rinhas de pit-bulls e os gatos são utilizados como iscas", acusa.

O chefe da divisão de serviços urbanos da UFRN, João Maria Campos, recebeu com surpresa a acusação de conivência e informou que não há interesse da instituição acabar com os gatos. No entanto, o setor realiza a captura para evitar a superpopulação. "Desde 2006, nós capturamos 463 gatos e os encaminhamos a uma senhora que mora no Planalto. Existem duas veterinárias que trabalham com ela, fazem castração para equilibrar a natalidade, além de procurar pessoas para adotá-los?.

A maioria dos alunos da universidade não tem nada contra gatos, mas se incomodam de estar lanchando e eles ficarem miando ao redor. As estudantes Camila Cortez e Jane Daniele Félix apontam que deveria haver um abrigo especifico para os felinos, além de um programa de controle da natalidade. "Eu estava sentada e um gato pulou nas minhas pernas. Fiquei muito assustada", relembra Camila. Sua colega lembrou que às vezes os bichinhos entram em sala de aula e provocam a dispersão dos alunos.

A presidente da Ong Animais, Rianny Botelho, explicou que existem muitas dificuldades para a entidade encontrar "famílias" para os gatos, mas sonha em construir um abrigo para animais. "Nós suspendemos o programa de adoção porque não temos mais estrutura. "Nós os colocávamos em lares temporários, mas estão todos cheios". Na sua opinião, a solução para o equilíbrio da população de gatos seria a adoção de um serviço público para esterilização em massa, para haver o controle de natalidade.

"Espero que a nova prefeita, que é ambientalista, levante a bandeira em prol dos animais. "Eu acredito que alternativa para a eutanásia, que acontece com frequência no Centro de Controle de Zoonoses, seria a esterilização em massa", declarou. Toda semana, 60 animais com problemas terminais recebem injeção letal.

Gatos ameaçam outras espécies no Parque

A população elegeu um outro local da cidade para deixar os filhotes de gatos. Na avenida Omar Oígrady (prolongamento da Prudente de Morais), próximo a um poço da Caern, a equipe de reportagem conseguiu contar mais de 30 gatos. Eles vivem praticamente dentro do Parque da Cidade, o que é um risco ao ecossistema silvestre, segundo informou o veterinário Diógenes Soares da Silva.

Ele é coordenador do Programa de Controle de Raiva no Município de Natal, do Centro de Controle de Zoonoses (ligado à Secretaria Municipal de Saúde) e informou acerca dos riscos que a superpopulação de gatos representa para a fauna e a flora do Parque da Cidade e do Parque das Dunas, onde o campus universitário está inserido. "Certos lagartos e outros animais correm o risco de extinção, porque o gato é um animal predador. As pessoas têm que ter a consciência de que essas áreas são de preservação ambiental".

O veterinário destaca que os gatos são necessários para a vida urbana, devido ao controle de gatos, mas quando existem em excesso, tornam-se potenciais agentes transmissores de doenças como raiva e toxoplasmose. Além das doenças transmissíveis aos seres humanos, os felinos geralmente adoecem de rinotraqueíte, aids felina, cálice virose e panleucopenia. Para todas essa doenças, existem vacinas apropriadas, no entanto, apenas os animais domiciliados são tratados.

Quando eles vivem em bandos, nas ruas, contagiam-se entre si e aumentam a parcela de gatos doentes. Próximos às matas, podem ser contaminados por animais saguís e morcegos, que transmitem a raiva silvestre. Quanto à eutanásia, realizada no Centro de Controle de Zoonoses, Diógenes Soares explicou que somente os animais muito debilitados, sem chances de recuperação, recebem a injeção letal. "Eu acho que é mais desumano deixá-los agonizar até a morte".


Tribuna do Norte
http://www.tribunadonorte.com.br

QUEM SOU EU?

Como foi agradável a nossa visita a CASA LAR SANTA CATARINA no dia da padroeira do Brasil e também dia das crianças.

Foi uma tarde alegre, de diversão e de tanto carinho recebido pelas crianças. Parabéns a todos, em especial a equipe de Visitas, que nos proporcionaram uma tarde de muito amor e de vivência concreta de doação e caridade.

Sob a influência da alegria das crianças, perguntamos : QUEM SOU EU?

Dica: Ele estava na visita e logo as crianças o idenficaram. Boa sorte a todos !



COMPARTILHANDO EXPERIÊNCIAS

A RATOEIRA

Um ratinho viu, pelo buraco da parede, o fazendeiro muito conhecido na região e sua esposa desembrulhando um pacote. Logo pensava que se tratava de comida gostosa para roer. Horrorizado, ele descobriu que era uma ratoeira. Ele percorreu a casa toda para advertir a todos. Cuidado, tem uma ratoeira na casa!

A galinha respondeu: " Rapaz, não tenho nada a ver com isso, pois isso não me prejudica de jeito nenhum".

O porco, encontrando-o, replicou: " Desculpe-me, rato, não posso ligar com este tipo de coisa. Tenho muito o que fazer ".

O rato então dirigiu-se à vaca com a mesma conversa. O bovino holandês, tão forte e potente, com compaixão conversou: " Por acaso estou em perigo? Uma ratoeira? " Ela se afastou mangando e sorridente.

O ratinho voltou abatido e desesperado para enfrentar o perigo sozinho. Na mesma noite, ouviu-se uma pancada. Logo, a esposa do fazendeiro se levantou e correu para ver a primeira vítima da ratoeira. No escuro, ela não reparou que era uma cobra presa pela cauda, e a serpente venenosa picou a dona da casa. O marido a levou para o hospital, mas ela voltou com uma febre muito alta. No interior, todo mundo sabe que a alimentação ideal para quem tem febre é uma canja de galinha. O esposo correu com a faca para sacrificar o animal.

A mulher continuava doente, sem melhora, e a vizinhança toda chegava para visitá-la diariamamente. Para alimentar todos este vizinhos, o fazendeiro sacrificou o porco. Depois de semanas de dores e sofrimentos, a dona veio a falecer. Uma multidão de gente veio pra funeral O fazendeiro abateru a vaca para alimentar este povo todo.

A próxima vez que alguém vier expor seu problema, por menor que ele seja, lembre-se da ratoeira, porque a casa toda corre perigo. O problema de um é problema de todos, quando formamos uma equipe. (I Cor 12,12-30)

Pe. Thiago Theisen