quarta-feira, 4 de março de 2009

GLM NA CANÇÃO NOVA !!


Calma leitores !

Ainda não temos este cacife todo, tampouco, tanta importância assim para estarmos na CANÇÃO NOVA ! Mas pelo menos na sucursal, na nossa RÁDIO RURAL DE NATAL, aqui na zona norte, diretamente dos estúdios da PASCOM de nossa paróquia, Roberto BH e Luiz Teixeira participarão do programa do Diácono Aroldo que abordará o tema da Campanha da Fraternidade e o trabalho desenvolvido pelo GLM, nesta quaresma, em nossa comunidade.

O progama é todos as quintas-feiras, às 20h, na Rádio Rural de Natal.





COMPARTILHANDO EXPERIÊNCIAS !


COMO OS BRASILEIROS CONTAM O TEMPO

Muitos executivos de outros países têm vindo trabalhar em empresas brasileiras. E a maioria deles se depara com uma grande dificuldade, que é entender a maneira como nós contamos o tempo no Brasil.

Uma pergunta simples é: "Quanto vai demorar para o trabalho ficar pronto?" Uma resposta como "12 minutos" nem passaria pela cabeça de um brasileiro. Porque nós somos muito mais criativos do que isso. Portanto, a resposta mais usual é: depende.

E no Brasil, depende é uma medida quântica, porque envolve várias incógnitas, e todas elas, desfavoráveis. Em algumas situações, depende pode até significar imediatamente. Mas esse tipo de resultado, até hoje, só foi conseguido com cobaias, em testes de laboratório.

Outra resposta é já já. Para quem ouve, já já pode parecer uma medida de tempo mais rápida do que já. Mas é o contrário. Já quer dizer agora. Já já quer dizer "assim que eu terminar o que estou fazendo, vou pensar a respeito".

E tem também o logo. Logo quer dizer que uma providência pode levar entre 5 minutos e centenas de anos. Por exemplo, "logo chegaremos a Marte".

Outra frase que confunde é na semana que vem. Como todas as semanas futuras cedo ou tarde virão, qualquer semana entre a próxima e a última do século 21 pode ser tecnicamente classificada como a semana que vem.

E tem também o um minutinho, que é um intervalo de tempo que nada tem a ver com 60 segundos e raramente leva menos que 20 minutos.

E finalmente há o veja bem e o com certeza. A diferença entre os dois é que o veja bem é um com certeza um pouco mais detalhado. Mas no fundo, as duas expressões querem dizer a mesma coisa: ou seja, depende.

Como se vê, nós não somos um povo muito complicado. Nós até que nos entendemos muito bem. Quem vem de fora é que não compreende que amanhã sem falta significa preciso de mais um dia para pensar numa boa desculpa.

Max Gehringer


Gostaríamos de dizer que a nosso evento de reflexão sobre o tema da Campanha da Fraternidade em nossa comunidade será sábado às 19h no Centro Pastoral São Marcos. Nós admiteremos apenas um minutinho de tolerância para darmos início ao encontro.

VIOLÊNCIA E SEU MAL À SAÚDE


Morte de ente querido causa estresse pós-traumático nos parentes

Durante um ano e meio uma pesquisadora do Rio de Janeiro acompanhou mães que perderam os filhos de forma violenta e o resultado da pesquisa você vê na reportagem de Ana Paula Araújo.


Acidentes, assaltos violentos, assassinatos, imagens difíceis de esquecer. Ainda mais para quem perdeu um filho assim.

A morte de Hanry, baleado aos 16 anos, é um trauma eterno para Márcia. Teve desmaios e chegou a ser internada com um princípio de enfarte na época do julgamento dos acusados.

“Eu perdi o trabalho, eu perdi porque eu não ia mais pro trabalho, eu ficava com a sensação que ele ia chegar, eu fazia o jantar esperando por ele, eu ouvia a voz dele: - Mãe cheguei. A janta está pronta!" -, diz Márcia Jacinto, assistente administrativa.

Um estudo da Santa Casa de Misericórdia do Rio mostra que o impacto da violência pode gerar problemas graves de saúde.

A pesquisa foi feita comparando dois grupos de 11 mães. No primeiro, elas não sofreram nenhum trauma. No segundo, mulheres que perderam os filhos de forma violenta. Nesse grupo, 10 das 11 mães apresentaram o chamado estresse pós-traumático.

A doença causada pelo trauma vai além da tristeza e do sofrimento, que são normais no luto. O transtorno acontece quando, mesmo após mais de seis meses da perda, a pessoa ainda revive o trauma várias vezes e com a mesma intensidade como se tivesse acabado de acontecer. Essa lembrança forte vem acompanhada de sintomas físicos, como taquicardia, pressão alta e insônia.

“Na hora que você está revivendo, você tem toda a sensação física, descarga de adrenalina, descarga de cortizol que são substâncias naturais no ser humano, mas para a reação de luta, reação para quando você está sendo ameaçado. É como se a pessoa estivesse o tempo todo se sentindo novamente ameaçada”, explica Vera Lemgruber, psiquiatra e pesquisadora da Santa Casa, do Rio de Janeiro.

Elizabeth perdeu dois filhos adolescentes assassinados na saída de uma casa de shows. Foram dois anos de depressão, crises de choro e pressão alta.

"Você não sai de casa, acaba a vida social, acaba tudo", afirma Elisabeth Paulino, dona de casa.

O tratamento para um trauma tão violento exige remédios e terapia.

"Eu tenho que aprender a não ter medo de viver porque minha filha não merece não ter a mãe dela toda, meus netos não merecem não ter a avó. Eu tenho que ser avó, mãe, esposa, irmã. Minha família não merece”, declara Elisabeth.

O Jornal Hoje conversou com o psiquiatra Eduardo Ferreira Santos, que criou um serviço que atende vítimas da violência urbana. Confira no vídeo a entrevista e saiba mais sobre o assunto.

FONTE: Portal G1


CENAS DA VIOLÊNCIA QUE ASSOLA O BRASIL

Gravidez de menina de 9 anos causa polêmica em Pernambuco

A Igreja Católica tentou impedir o aborto da menina, que estava grávida de gêmeos. Ela foi estuprada pelo padrasto no interior do estado. Nesta tarde a gravidez foi interrompida pelos médicos.


Uma história muito comovente e polêmica também. A Igreja queria impedir a cirurgia, mas os médicos e vários grupos de proteção à criança defendiam que o processo de aborto fosse feito rapidamente para salvar a vida da menina, que corria risco e iniciar um tratamento psicológico.

O caso foi descoberto na semana passada. A menina, que mora com a mãe em Alagoinhas, interior de Pernambuco, se queixava de dores e estava com ânsia de vômito. Os médicos fizeram uma ultrassonografia e constataram a gravidez.

Chocados, eles ligaram para a polícia e acionaram o serviço de proteção à criança. O padrasto dela confessou o crime e está preso.

A mãe diz que não sabia do assédio e nem que a outra filha de 14 anos também era abusada pelo marido.

A menina foi transferida para um hospital aqui no Recife e hoje pela manhã tomou um medicamento para estimular a expulsão dos fetos. No início da tarde, a menina está na sala de cirurgia, onde está sendo feita uma curetagem, que é um procedimento para retirar o resto da placenta.

De acordo com a Promotoria da Infância e da Juventude do Ministério Público, neste caso o aborto não é ilegal, já que foi fruto de um estupro, e que a menina estava com quatro meses, dentro do prazo permitido pela lei, que é de cinco meses para interrupção da gravidez.

O arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho disse por telefone que considera o aborto um crime e defendeu a excomunhão.


FONTE: Portal G1


GRUPO LUZ DO MUNDO NA GRANDE MÍDIA !

Olha o nosso trabalho ai repercutindo na grande mídia! Desta vez foi no portal RN NOTÍCIAS que ecoou o nosso trabalho na Campanha da Fraternidade 2009.


CAMPANHA DA FRATERNIDADE

Grupo Luz do Mundo inicia ações da CF 2009

Após divulgar o tema em todas as capelas da Paróquia de Santa Maria Mãe, Zona Norte da capital, o grupo realiza uma palestra para abrir oficialmente a programação da Campanha da Fraternidade 2009

O Grupo católico Luz do Mundo realiza no próximo sábado (07), a abertura oficial das ações da Campanha da Fraternidade 2009, com uma palestra coordenada pelo Diácono João Emanuel. O evento acontece a partir das 19h, no Centro Pastoral, ao lado da Igreja de São Marcos, no Conjunto Panatis II, Zona Norte de Natal e é aberto ao público.

Além da palestra inaugural, o grupo ainda preparou uma diversificada programação, que vai desde encontros de reflexão a exibições de filmes e visitas às casas, no intuito de chamar a atenção da população.

Este ano a Campanha da Fraternidade discute a violência e tem como tema "FRATERNIDADE E SEGURANÇA PÚBLICA - A paz é fruto da justiça" (Is 32, 17).


FONTE: RN NOTÍCIAS



EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 04/03/2009


O maior milagre é perceber Deus no dia-a-dia
Lc 11,29-32

Quando a multidão se ajuntou em volta de Jesus, ele começou a falar e disse o seguinte: - Como as pessoas de hoje são más! Pedem um milagre como sinal de aprovação de Deus, mas nenhum sinal lhes será dado, a não ser o milagre de Jonas. Assim como o profeta Jonas foi um sinal para os moradores da cidade de Nínive, assim também o Filho do Homem será um sinal para a gente de hoje. No Dia do Juízo a rainha de Sabá vai se levantar e acusar vocês, pois ela veio de muito longe para ouvir os sábios ensinamentos de Salomão. E eu afirmo que o que está aqui é mais importante do que Salomão. No Dia do Juízo o povo de Nínive vai se levantar e acusar vocês porque, quando ouviram a mensagem de Jonas, eles se arrependeram dos seus pecados. E eu afirmo que o que está aqui é mais importante do que Jonas.

Comentário do Evangelho
Jesus descarta sinais de poder

Acolhendo as multidões, Jesus dirige-lhes sua palavra de ensino, mencionando "esta geração" que "busca um sinal". A expressão "geração perversa" inspira-se em Dt 32,5 (cf. Os 1,2b). Refere-se àqueles que, em nome da tradição e da Lei, rejeitavam Jesus. No Primeiro Testamento, são numerosos os sinais espantosos de Javé para o povo que se considerava eleito. Eram sinais de poder de destruição sobre aqueles tidos como inimigos por este povo. Jesus descarta qualquer sinal de poder. Referindo-se à tradição de Jonas, que com sua pregação converteu a cidade de Nínive, e à sabedoria de Salomão, exaltada no Primeiro Testamento, embora dúbia, Jesus oferece como sinais da ação divina a sabedoria de seu próprio ensinamento e a conversão dos corações a partir da manifestação de seu amor misericordioso. Esta narrativa, dirigida às comunidades, remove toda expectativa de encontrar sinais espetaculares em Jesus. Basta a suavidade de sua palavra e de seu amor

terça-feira, 3 de março de 2009

ARCO ÍRIS


Na liturgia de domingo, Pe. Thiago, nosso pároco, fazia a metáfora do arco-íris falando de suas sete cores e como ela, simbolicamente, representava os vários segmentos, vertentes de nossa Igreja que a despeito de suas diferenças, convergem para o mesmo objetivo: Viver como Jesus Cristo.

Em nossa experiência de Grupo Luz do Mundo (19 anos) também temos as nossas vertentes, grupos e pessoas que pensam diferentes, mas nada que abale a nossa amizade, união e o propósito de viver o evangelho e nosso carisma. É neste espírito democrático, sem ter medo de se deparar com o diferente, que publicamos o artigo do blog IGREJA UNA quem tem um posicionamento diferente do nosso, quanto a importância da Campanha da Fraternidade na quaresma. Não sei se o autor deste artigo se enquadra com o exemplo do arco-íris, de toda forma os leitores são livres para fazerem as suas considerações...

Por que eu tenho problemas com
a Campanha da Fraternidade 2009?


Todos os anos o Santo Padre envia ao mundo uma mensagem de ânimo espiritual para o tempo da Quaresma, conforme seu dever primeiro de confirmar seus irmãos na fé. Para o ano de 2009 o Papa Bento XVI nos recomenda o jejum, “capaz de impedir o pecado, de reprimir os desejos do «velho Adão», e de abrir no coração do crente o caminho para Deus”.

Enquanto o Bispo de Roma, como sucessor de Pedro, confirma universalmente os católicos na fé, o bispo local, sucessor dos Apóstolos, deve confirmar de maneira particular o rebanho que lhe foi confiado, nunca desviando daquele caminho percorrido pela Igreja universal. A comunhão espiritual entre o bispo local e o Bispo de Roma, penhor da unidade visível da Igreja, é o sinal mais evidente da universalidade da Igreja, por isso é dever urgente do bispo estar sempre atento para que essa comunhão não se enfraqueça.

Infelizmente, “hoje os bispos e as conferências episcopais estão freqüentemente envolvidos em tudo, desde emergências sanitárias à crise econômica, mas não se envolvem com o ensino da doutrina e com a transmissão da fé. Adquiriram uma visão puramente horizontal e se esqueceram da vertical” (Cf. Bispo Bernard Fellay, FSSPX, in WDTPRS blog).

Essa visão puramente horizontal, isto é, voltada exclusivamente para as coisas da terra esquecendo-se das coisas verticais (coisas do céu) não é, absolutamente, compartilhada pela Igreja. É verdade que a Igreja é primeiramente voltada para a santificação dos seus membros, mostrando-lhes Jesus – Caminho, Verdade e Vida. Contudo, dimensão espiritual da missão da Igreja não subestima a sua missão terrena e ela “não deixa de preocupar-se ao mesmo tempo com as exigências da vida cotidiana dos homens, não só no que diz respeito ao sustento e às condições de vida, mas também no que se refere à prosperidade e à civilização em seus múltiplos aspectos, dentro do condicionalismo das várias épocas” (Cf. João XXIII, enci. Mater et Magistra, n°3).

Então, neste período de preparação para a Páscoa, somos impelidos para longe da Igreja universal através do movimento,já comum entre nós brasileiros, intitulado “Campanha da Fraternidade”.

Quero através deste texto apresentar, brevemente, minha objeção de consciência ao tema e ao lema da Campanha, bem como ao seu espírito e a sua letra. A objeção de consciência é, minimamente, negar-se a fazer algo que atenta contra a sua consciência de uma ou outra forma; um exemplo tangível seria o médico que se recusa a proceder com um aborto porque este ato contradiz a sua fé.

Objeção primeira: O tema e o lema

O tema da Campanha deste ano é “Fraternidade e Segurança Pública” e o seu lema seria a citação de um versículo do Profeta Isaias “A paz é fruto da justiça” (cf. Is 32, 17).
O tema se distancia demasiadamente da proposta do Romano Pontífice de redescoberta do jejum penitencial e, até mesmo, contradiz a mesma quando damos interpretações literais ao tema.

Apenas contemplando o tema da campanha não vemos qualquer referência didática ao período penitencial, ou seja, não é possível identificar o espírito da Quaresma e da penitência espiritual.

O tema “Fraternidade e Segurança Pública” é monolítico, voltado única e exclusivamente para a questão social e política, não se envolvendo com o ensino didático-catequético dos mistérios da nossa fé católica e com a preparação espiritual autêntica dos católicos brasileiros para a vivência da Páscoa.

Blogger Julie Maria disse...
Irmão, enquanto não escrevo algo sobre esta terrível campanha para o meu blog, envio o que comentei no blog do Jorge sobre tal tema:
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Fizemos (eu e meu irmão) há dois anos atrás um vídeo mostrando a aberraçãos da Campanha da Fraternidade (o tema era ecologia, mata, amazônia, etc) e enviamos para o Vaticano. É insuportável conviver no tempo sagrado da Quaresma com uma campanha que não tem nada a ver com ela. Simplesmente isso mostra uma brutalidade e uma insensibilidade com o sagrado e zero de catolicismo.

O que virou este tempo litúrgico para os católicos brasileiros?! Tempo de pensar em qualquer assunto menos naqueles que são centrais da quaresma!

Ontem, participei da Missa em Ouro Preto (interior de Rondônia) e tive que aguentar clip e video (total 30 minutos) no telão da Igreja sobre a tal segurança pública antes da Santa Missa. Um absurso. É uma palhaçada. Se o Papa soubesse o que é de fato esta nojeira não deixaria mais nenhuma deste campanhas acontecer.

Felipe disse...

Caro Danilo, parabéns pela explanação. Realmente é assustadora a "lex orandi" aqui no Brasil. Não expressa nada da "lex credendi", ou seja, nada católico. Começando pela negligência da reza do Ofício Divino com o povo (e quando não é substituído pelo OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES(OFC)- Teologia da libertação. Queria que você publicasse um artigo sobre a LITURGIA DAS HORAS.


Luiz Teixeira disse...

Boa noite Danilo:

No seu texto ("Problema de Consciência") não consegui entender o porquê dos nossos bispos (CNBB) estarem errados quanto atualizam a mensagem de Cristo: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo!
Não é construir o Reino de Deus promover a cultura da paz? Não é amar ao próximo refletir e promover gestos concretos de amor contra todas as formas de injustiça?
Desculpe-me, mas não consegui entender em sua eloqüência a verdade quando trata a CF como heresia e acho muito confortável em nome da sã doutrina nada fazer contra todos os nossos irmãos, filhos de Deus, que são vítimas da violência e de todas as outras formas de pecado que geram sofrimento.
Vamos nos abster de todas as formas de violência (jejum), ORAR a Deus para que sejamos capazes de construir um mundo de Paz através de ações concretas (ESMOLA), quando ai sim, poderemos ser verdadeiramente identificados como seguidores de Jesus Cristo.
Parabéns pelo espaço, muito obrigado e fiquem com Deus.

Fonte: http://igrejauna.blogspot.com

EVANGELHO DO DIA

Ano B - Dia: 03/03/2009

Jesus ensina a orar
Mt 6,7-15

Nas suas orações, não fiquem repetindo o que vocês já disseram, como fazem os pagãos. Eles pensam que Deus os ouvirá porque fazem orações compridas. Não sejam como eles, pois, antes de vocês pedirem, o Pai de vocês já sabe o que vocês precisam. Portanto, orem assim: "Pai nosso, que estás no céu, que todos reconheçam que o teu nome é santo. Venha o teu Reino. Que a tua vontade seja feita aqui na terra como é feita no céu! Dá-nos hoje o alimento que precisamos. Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam. E não deixes que sejamos tentados, mas livra-nos do mal. [Pois teu é o Reino, o poder e a glória, para sempre. Amém!]" - Porque, se vocês perdoarem as pessoas que ofenderem vocês, o Pai de vocês, que está no céu, também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem essas pessoas, o Pai de vocês também não perdoará as ofensas de vocês.


Comentário do Evangelho
Atitude filial diante de Deus

A quaresma é um tempo litúrgico no qual se realça a dimensão da conversão. A conversão signifi ca mudança de vida, descartando- se os valores sedutores da sociedade de mercado e consumo para assumir os valores de comunhão de vida com nossos irmãos, de modo especial os mais carentes e excluídos pela sociedade. Aceitar o convite de Jesus à conversão supõe a ousadia de lançarmo-nos, em oração, nos braços do Pai. A quaresma é, assim, um momento forte de oração. O centro da oração é a atitude fi lial diante de Deus Pai, o compromisso com a revelação de seu nome (sua própria pessoa), o engajamento com a instauração de seu Reino de partilha do pão e a docilidade à sua vontade. Tomando a iniciativa pessoal de perdoar, ousamos também pedir perdão. Mas, na fragilidade, necessitamos de ajuda para vencer as provações (tentações) e afastar o mal que seduz e nos ilude.